Cidadania – Você Fiscal

Vote e seja fiscal! http://www.vocefiscal.org
Vote e seja fiscal! http://www.vocefiscal.org

Hoje é dia de votar. Cada um já escolheu seu candidato. Vamos lá – se possível – com as cores da bandeira no peito participar e fiscalizar. Elegeremos Presidente/a, Senadores, Deputados Federais e Governadores.

Esse povo vai estar lá por um bom tempo decidindo os destinos da Nação – nos representando.

Não importa agora quem vai ganhar. Mas importa que ganhe quem o povo escolher. Nós devemos fiscalizar o trabalho dos nossos representantes, sempre. Agora nos é dada a chance de fiscalizar a urna eletrônica, isso é ótimo. Desde agora podemos participar muito mais. Não perca essa oportunidade, é fácil, é seu direito.

Visite http://www.vocefiscal.org/.
Se você tem um smartphone existe um APP para facilitar o processo.
Se não tem use qualquer câmera e participe direto no site http://www.vocefiscal.org/.
Ainda que você não tenha uma câmera pode participar, peça para um amigo seu fazer a foto e enviar.

Pode ser que você vote cedinho e depois não esteja perto de onde votou. Não tem problema, entre em qualquer escola às 17 horas e faça a foto de um ou mais Boletins da Urna (BU) da que estiver mais próximo de você, ok?

Veja algumas telas do tutorial do APP:

Espaço político não fica vazio

Democracia é um exercício.

O povo sabe votar sim, está aprendendo cada vez mais, não tem assim memória tão fraca quanto querem que acreditemos. Mas então, você se pergunta, e com todo direito, como é que certas figuras estão sempre lá? Bom, um dos responsáveis é o Voto Proporcional.

Você não votou no cara que fez aquele escândalo, que roubou, de modo algum! Mas votou na legenda ou coligação dele. Você votou no seu vizinho. Você o conhece, sabe que é um cara inteligente e que pode ser um bom representante. Infelizmente ele não se elege… aí o voto nele vai somar no partido ou na coligação para a entrada do mais votado, que é o tal que você não pode nem ver na frente. É assim que o seu voto conta e dito cujo se elege.

Uma verdadeira sinuca de bico para o eleitor. As vezes tentando fugir disto acabamos fazendo o chamado Voto Útil, que é o votar nos que parecem ter mais chances. Isso também não resolve. Não adianta e podemos acabar reféns dos institutos de pesquisa.

A melhor saída, mesmo que isso deixe nosso vizinho triste por lhe negarmos o voto, é votar no partido. Você pode votar na pessoa, mas tem que levar em conta o partido também e ver quem são os outros na mesma legenda.

Nossa obrigação social é colocar lá um time cada vez melhor, que represente nossos ideais, nossos anseios em relação ao governo.

Não existe espaço político vazio!

Note que eu disse acima “..um dos responsáveis…” tem outro, tem sim, é o nosso comodismo. Esse comodismo ora se revela em votarmos sempre em um mesmo candidato sem pensar muito e ora em que não assumimos nenhum compromisso com o processo: não participamos.

Quem é bom… não se mete em política, certo? Errado, quem é bom participa. Se nós não nos manifestarmos nem, pelo menos, por meio do voto e não elegermos os nossos ideais e candidatos, outros o farão. Vai sempre existir Governo e teremos que nos submeter a ele. Esse é o tamanho da importância da nossa participação e do voto. (Que tal, prepare seu filho/a para ser o próximo/a presidente?!)

Voto Proporcional
Para saber o número de assentos de um partido na Câmara, primeiro é preciso calcular o quociente eleitoral, dividindo-se, para isso, o número de votos válidos apurados pelo de candidatos á Câmara. Segundo o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), estão fora da disputa os partidos que não tiverem alcançado o número de votos igual ou superior ao quociente eleitoral. Os partidos que continuarem na disputa necessitam determinar quantos lugares cada um terá direito a ocupar. Esse é o quociente partidário: calculado dividindo-se o número de votos válidos da legenda pelo quociente eleitoral do município. Os eleitos são aqueles que obtiverem o maior número de votos dentro do partido, até o número de vagas a que a legenda tem direito. As vagas restantes são destinadas aos partidos com as maiores sobras de voto. Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Especiais/possesenadores2011/noticias/entenda-o-que-e-voto-proporcional-e-suas-alternativas.aspx

Depois disto posto, quer mais ação e menos bla bla bla? Conheça AVAAZ.ORG participe!

Votei num elegi outro, como foi isso?

Links:

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Purificadores Purific, o melhor custo benefício. Água tratada na sua pia, deliciosa, leve para beber.
Purificadores Purific, o melhor custo benefício. Água tratada na sua casa, deliciosa e leve para beber.

Voto em um e outro se elege?

Democracia é um exercício.

O povo sabe votar sim, está aprendendo cada vez mais, não tem assim memória tão fraca quanto querem que acreditemos. Mas então, você se pergunta, e com todo direito, como é que certas figuras estão sempre lá? Bom, um dos responsáveis é o Voto Proporcional.

Você não votou no político que fez aquele escândalo, que roubou, de modo algum! Mas votou na legenda (partido) ou coligação dele. Você votou no seu vizinho. Você o conhece, sabe que é um cara inteligente e que pode ser um bom representante. Infelizmente ele não se elege… aí o voto nele vai somar no partido ou na coligação para a entrada do mais votado, que é o tal que você não pode nem ver na frente. É assim que o seu voto conta e dito cujo se elege.

Uma verdadeira sinuca de bico para o eleitor. As vezes tentando fugir disto acabamos fazendo o chamado Voto Útil, que é o votar nos que parecem ter mais chances. Isso também não resolve. Não adianta e podemos acabar reféns dos institutos de pesquisa.

A melhor saída, mesmo que isso deixe nosso vizinho triste por lhe negarmos o voto, é votar no partido. Você pode votar na pessoa, mas tem que levar em conta o partido também, quem são os outros na mesma legenda.

Nossa obrigação social é colocar lá um time cada vez melhor, que represente nossos ideais, nossos anseios em relação ao governo.

Não existe espaço político vazio!

Note que eu disse acima “..um dos responsáveis…” tem outro, tem sim, é o nosso comodismo. Esse comodismo ora se revela em votarmos sempre em um mesmo candidato sem pensar muito e ora em que não assumimos nenhum compromisso com o processo: não participamos.

Quem é bom… não se mete em política, certo? Errado, quem é bom participa. Se nós não nos manifestarmos nem, pelo menos, por meio do voto e não elegermos os nossos ideais e candidatos, outros o farão. Vai sempre existir Governo e teremos que nos submeter a ele. Esse é o tamanho da importância da nossa participação e do voto.

Voto Proporcional
Para saber o número de assentos de um partido na Câmara, primeiro é preciso calcular o quociente eleitoral, dividindo-se, para isso, o número de votos válidos apurados pelo de candidatos ao legislativo. Segundo o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), estão fora da disputa os partidos que não tiverem alcançado o número de votos igual ou superior ao quociente eleitoral. Os partidos que continuarem na disputa necessitam determinar quantos lugares cada um terá direito a ocupar. Esse é o quociente partidário: calculado dividindo-se o número de votos válidos da legenda pelo quociente eleitoral do município. Os eleitos são aqueles que obtiverem o maior número de votos dentro do partido, até o número de vagas a que a legenda tem direito. As vagas restantes são destinadas aos partidos com as maiores sobras de voto. Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Especiais/possesenadores2011/noticias/entenda-o-que-e-voto-proporcional-e-suas-alternativas.aspx

Meus blogs

www.youtube.com/glowbrazil

 conheça: http://www.softrack.com.br (sua frota sempre ao seu alcance)