SUFRAMA comemora 49 anos

SUFRAMA comemora 49 anos com extensa programação de atividades nesta semana

Texto/Foto: Layana Rios

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) realiza, nesta semana, uma série de atividades para celebrar o seu 49º aniversário. Criada pelo Decreto Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, a SUFRAMA é uma autarquia vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e tem o papel de promover o desenvolvimento socioeconômico de sua área de atuação – Estados da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima) e municípios de Macapá e Santana, no Estado do Amapá.

Nesta segunda-feira (22), a programação foi iniciada com um culto ecumênico, na sede da SUFRAMA, seguido da abertura da exposição “SUFRAMA: 49 anos” que apresenta 49 itens, entre documentos, livros, fotografias e produtos fabricados no Polo Industrial de Manaus (PIM) que retratam um pouco da história da autarquia. A exposição está localizada no hall da sede da SUFRAMA e ficará montada até sexta-feira (26), aberta ao público em geral.

exposicao 1
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“Esta é a semana do aniversário dos 49 anos da SUFRAMA. Não poderíamos começá-la sem agradecer a Deus por termos o modelo Zona Franca de Manaus consolidado e, apesar do momento que o nosso País vive, termos indústrias investindo e gerando emprego na nossa região”, afirmou a superintendente da SUFRAMA, Rebecca Garcia. A superintendente explicou, ainda, que a exposição criada no hall da autarquia “é uma pequena demonstração de que a Zona Franca de Manaus tem história e de que, resguardada e respeitada essa história, será possível construir um futuro melhor.”

Programação
Na terça-feira (23), a partir das 9h, será realizado, no auditório da SUFRAMA, o painel de debate “Zona Franca de Manaus: 2016-2036 – das perspectivas à concretude de ações”, com a realização de dois sub-paineis: o primeiro diz respeito ao Plano Diretor Industrial 2016-2036 e os cenários para a indústria no Amazonas e o segundo abordará a governança e o desenvolvimento estratégico da agricultura e pecuária no Amazonas. O evento contará com a participação do Centro da indústria do Estado do Amazonas (Cieam); Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam); Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM); Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

De terça a quinta-feira (25), a SUFRAMA promoverá visitas dos servidores da autarquia a fábricas do PIM e palestras sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM) em escolas públicas. Na quarta-feira (25), acontece, ainda, das 8h30 às 12h30, no auditório da SUFRAMA, um curso básico de Exportação, que faz parte das ações do Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE).

Encerrando a programação organizada pela SUFRAMA, na sexta-feira (26) acontece a 272ª Reunião do Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS), às 10h30, no auditório da autarquia, com a presença do secretário-executivo do MDIC, Fernando Furlan, que presidirá a reunião. Na ocasião, a superintendente Rebecca Garcia fará o lançamento do novo site da autarquia, que passou por uma reestruturação e atualização de conteúdos e foi adequado à nova identidade padrão de comunicação digital estipulada pelo governo federal.

Homenagem
Pela passagem dos 49 anos, a SUFRAMA receberá uma homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), no dia 1º de março, às 11h, no Plenário Ruy Araújo. Durante a solenidade serão homenageados quatro servidores de carreira da autarquia.

 

Aventura – Viagem pelo rio Amazonas

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Oportunidade – Amazônia Conectada

O Amazônia Conectada pretende interligar 52 municípios do Amazonas através de quase 8 mil quilômetros de cabos de fibra óptica. A participação da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) no projeto foi discutida em uma reunião com representantes do Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro, ocorrida na quarta-feira (17), na Sala de Autoridades da Infraero, no Aeroporto Eduardo Gomes.

Rebecca Garcia, ​​superintendente da SUFRAMA, e o superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Marcelo Pereira, manifestaram interesse que o projeto seja estendido até o município de Tabatinga e que também possa resolver o problema de oferta de Internet (especialmente a velocidade na transmissão e recepção de dados) para a área do Distrito Industrial.

“A SUFRAMA tem todo o interesse na superação da ausência de infraestrutura de telecomunicações nos municípios da Amazônia. A inclusão de Tabatinga é essencial tendo em vista que essa Área de Livre Comércio irá se tornar uma Zona Franca Verde”, frisou a superintendente.

O gerente do Programa Amazônia Conectada, capitão Luciano Sales, explicou que o projeto aproveita as estradas naturais da Amazônia – os rios – para levar Internet aos municípios. As infovias (linhas digitais por onde trafegam os dados) devem percorrer os leitos dos rios Negro, Solimões, Madeira, Juruá e Purus. Segundo Sales, o valor total do projeto chegou a ser orçado em R$ 8 bilhões, mas, entre outras medidas, a seleção de um fabricante de cabos de fibra óptica da Noruega possibilitou a redução dos custos para R$ 600 milhões (levando-se em conta a cotação do dólar a R$ 4).

“A implantação do projeto está dividida em partes. Na primeira, é aproveitada a estrutura do gasoduto Manaus – Coari para levar a fibra óptica até o interior do Amazonas. A etapa seguinte abrange o trecho entre os municípios de Coari e Tefé. A previsão é que a cerimônia de entrega ocorra em maio, com a presença da presidente Dilma”, observou o capitão, ressaltando que há previsão da interligação de Tefé a Tabatinga.

Viagem pelo Rio Amazonas, Manaus – Parintins

DSC_2533Bom, em primeiro lugar, como chegar lá? Quando você estiver em Manaus, a capital do estado do Amazonas, existem duas maneiras de se chegar a Parintins: de avião, uma viagem de ​uma​ hora, ou pelo rio Amazonas, 18 horas para chegar lá e 24 horas ou mais para voltar em um barco típico da região, um Gaiola.​ É só escolher.​

Parintins tem um grande festival todos os anos ​de 28 ​a 30 de junho​. ​Mais de cinquenta mil pessoas de todo o país e ​do estrangeiro participam da festa.  Além do Festival d​o Boi, Parintins é um lugar agradável para ​se visitar durante todo o ano.  Por outro lado, ​se tudo que você quer é experimentar o Rio Amazonas, você pode ir de Gaiola para Itacoatiara, que está mais próxima de Manaus e ​será menos cansativ​o para chegar.  Este passeio de barco​ vai ser lento e longo.

Os rios são os principais meios de transporte nesta região do Brasil. As cidades crescem e se desenvolvem ​às suas margens.  Claro, aventureiro, escolhi o rio ​e a viagem para Parintins. A idéia era ver mais da floresta tropical e talvez, com sorte, animais também. Além disto, tereia mais tempo para aprender mais sobre os “amazonenses” de outras cidades. 

porto seca
Porto de Manaus na seca, quando está cheio encosta lá no muro e chega a cobrir metade das escadas.

Nas docas, em Manaus, carga​s e passageiros ​são preparados para a viagem. Normalmente estas embarcações fica​m em Manaus por​ 1, 2 ou até 3 dias, porque este é o lugar onde todas as pessoas das cidades menores, espalhados ao longo das vias fluviais do Amazonas e ​seus afluentes, ve​m ​para vender os seus ​artefatos, colheitas e peixes. Eles, por sua vez​, compra​m roupas, mantimentos, sementes, gás, combustível, materiais de construção, etc. Os barcos ​levam em média de 170​ a 300 passageiros, além de muitas toneladas de carga.

No barco, cada um traz uma rede. Há lugares para você pendurá-las e desfrutar senhorade sua viagem em relativo conforto. ​Confesso que não ​fiquei à vontade ​na minha primeira vez. Na viagem de Manaus a Parintins ​não preguei os olho. Não é tão fácil dormir em uma rede quando você não está acostumado. Mas no caminho de volta estava tão cansado, ​que cai no sono, pelo menos por um par de horas. Fiz um bate e volta.

A​ntes ​de tudo verifiquei que tipo de rede de ​as pessoas ​estavam ​usado. Então, em uma das muitas lojas perto do porto, comprei ​a minha, nem melhor nem pior. (Tenho a minha até hoje.) Em seguida, paguei pelo m​inha ​passagem e pass​ei a escolher um lugar para ​me pendurar​, pendurar a rede. Parece simples, certo? Não há muito ​o que escolher, mas se acontecer de você ​chegar atrasado, a maioria dos passageiros já estar​á a bordo – uma massa de pessoas que ​se ​encontra lado a lado e às vezes até em cima uns dos outros.

redes no barcoredesNa foto ao lado, v​e​ja​ a mulher​ na rede vermelha. ​Ela está ao lado de duas outras redes​, muito próximas. As pessoas na foto não são parentes; eles simplesmente ​se conhecer​am alí, naquele momento. ​Nós brasileiros ​falamos em geral a uma distância mais p​róxima uns dos outros do que britânicos ou americanos, por exemplo. ​Para nós isso não é nenhum desrespeito ou intrusão. É simplesmente nossa maneira​ ser.​ Por lá essa distância é ainda menor.​

Durante a viagem, de ​duas a ​três refeições são servidas: jantar, café da manhã, almoço e, se o barco está atrasado, outra refeição antes da chegada. A qualidade dos alimentos varia de barco para barco. ​Na via​gem para Parintins no Gaiola “Cidade de Alenquer” a comida e sua preparação foi ​excelente. (No caminho de volta ​já não tive tanta sorte.) No primeiro dia, antes do jantar, estava interessado apenas nos rios, ​n​a paisagem e coisas assim. Na primeira refeição, ​o jantar, comecei a aprender mais sobre as ​belas ​pessoas dos estados do Amazonas e do Pará.

As refeições são servidas em um ​espaço ​pequeno ​onde cabem 12​/14​ ​pessoas ​de cada vez. (Há barcos maiores como o do vídeo no final deste texto: o Comandante Severino Ferreira). No Cidade de Alenquer, com ​cerca 170 pessoas a bordo,  uma mesa no primeiro pavimento e outra – ​do mesmo tamanho – no segundo convés, ​calculei +/- 85 pessoas por mesa, certo?  E gora​, todo mundo está com fome? O barco ​partiu com três horas de atraso, o motor​ na dele: po, po, po, po, pop pop…  Eu pensei ​comigo, isso vai ser uma bagunça… Estava errado, muito errado. ​Me apaixonei por essas pessoas simples, calmas, limpas e pacíficas. 

refeicao a bordoDe volta a mesa, o sinal tocou e de uma forma ordenada, sem muito controle externo, eles foram para a mesa. Há a comida foi ​servida​ em ​travessas médias e eles ​servido u​ns aos outro​s, sem pressa e de forma tão agradável. Tomei parte na segunda rodada. ​Um ou outro repetiu. Notei então que ninguém estava olhando ou comparando, ficando ​com mais  ou menos;  eles estavam à vontade. ​ São pessoas muito simples. Não faltam boas maneiras, um coração muito bom e se relacionar muito bem uns com os outros. Gostei mesmo do que vi.

lavatoriosDurante a viagem, alguns ​tomaram até quatro ​banhos. ​Toalha em uma mão​, o sabão e ​uma muda de roupa na outra, lá ai o “Zé” outra vez… E quando voltam​, seja o “Zé” ou a “Chica”, gastam até 30 minutos ​se penteando, escova​ndo os dentes, etc – uma volúpia forte e bonita.

​A história conta que quando os europeus chegaram ao Brasil ​ficaram ​espantado​s​ ​com​ a nudez e os hábitos de banho​ e  aceio dos nativos​.  Bom, isso ainda é verdade.  Pelo menos a coisa banho, às vezes, ambos. Eu lá me senti um porcão com meus míseros dois banhos por dia. 🙂 

A noite chegou. Logo, algumas das redes estavam vazi​as, enquanto outr​as ​sustentavam mais peso … ​Opa​, o amor no barco era ​óbvio. Mas o que ​achei engraçado foi não ouvir som​ algum. ​Perto desta turma mineiro faz muito barulho. No terceiro pavimento, o nível superior do barco, onde há um bar, a​lgumas​ pessoas​ dançavam, bebiam cerveja ​e conversavam. ​Foi bom. Famílias inteiras, crianças, idosos, todos ​se divertiam. Nem todo mundo a bordo estava lá, claro. Alguns descer​am para dormir ou simplesmente relaxar. Mais tarde, em profundo silêncio, todos nós dormimos. Bem, a maioria de nós. Eles ​sabem se divertir.

águas
Encontro das águas – Solimões e Negro

A confluência dos rios​.

A viagem começou em Manaus no rio Negro. Trinta minutos depois o rio Negro e​ ​o rio Solimões colidem e ​nasce o Rio Amazonas. O Rio Solimões é avermelhado com lama, o Rio Negro, como o nome sugere, tem águas negras, e os dois não se misturam depois do encontro das águas por muitos quilômetros. Assim, ​de um lado do barco que você tem água vermelha e, ​do outro pret​a – uma cena​ naturalmente sureal​.

pordosolÉ fantástico. A Amazônia é grande – em alguns lugares o Rio ​tem ​mais de seis quilômetros de largura. Desce​r o rio para Parintins, ou mesmo só até Itacoatiara, é mais rápido porque você está viajando no meio ​do rio com ​a correnteza forte. No caminho de volta, os barcos viajam muito perto das margens, ​desenhando cada curva, então você pode adicionar de 6 a 10 horas ​à sua viagem. ​Se o capitão ​tentasse ir pelo meio, a corrente é tão forte, o barco praticamente ​não  sairia do lugar.

ligados na rede
Na rede duas vezes. 🙂

Infelizmente, ​da fauna, vi apenas o salto de ​um ​peixe no rio e algumas aves. ​O​ Rio Amaz​on​as é uma estrada para barcos de todos os tamanhos que vão ​para acima e para baixo​ o tempo todo, imagina, é como uma Rod. Bandeirantes de água. De acordo com alguns dos meus companheiros de viagem, os animais​ só podem ser vistos n​os afluentes​, longe dos principais rios​,​ por causa do movimento dos barcos.

Itacoatiara – Porto

itaquatiaraHá muitas cidades nas margens de rios, como Itacoatiara. ​Já foi um lugarejo, hoje Itacoatiara é um porto importante através do qual madeira e muitos produtos são exportados para a Europa, EUA, Ásia, etc. Há uma estrada entre Itacoatiara e Manaus.​ (Roraima exporta seus grão por lá também.​) Pelo rio, você pode levar de oito a dez horas​ para chegar a Manaus​; por estrada, ​vão ser apenas três.  ​(Dica: Você pode deixar Manaus de barco na parte da manhã, desfrutar da viagem​, experimentar o rio e mais tarde voltar de táxi ou ônibus.)

Às margens dos rios lugarejos nascem todos os dias. Hoje em dia esses lugares não estão surgindo sem cuidados. A consciência ecológica cresce também. Existem programas executados pelo governo do estado do Amazonas para ajudar essas povoados a se desenvolver com mais planejamento. O desenvolvimento sustentável é o nome do jogo e é a chave para preservar a floresta e as pessoas que lá vivem. Os brasileiros do Amazonas sabem disso e estão dispostos a cumprir a tarefa – para cuidar de nossa part​e ​da Amaz​ônia.

No entanto, devo admitir que há muita coisa que precisa ser feit​a. ​De volta a história da viagem, o tempo todo estive preocupado com um pedaço de plástico que tinha em meu bolso. Pensei, ‘tenha cuidado com o seu lixo!” No início da manhã, estava no deck superior ​curtindo o ar puro, apreciando a paisagem, à vontade. Na noite anterior, tinha colocado o meu lixo no lugar certo​: ​a lata de lixo​. De repente, para minha surpresa vejo dois sacos ​enormes de lixo passarem​ pelo barco.  Será que alguém da equipe ​aqui​ jog​ou?​! Mediatamente desc​i as escadas e viu a lata de lixo com sacos novos. ​Fiquei bravo. Tão ​bravo que decidi que não era um bom momento para ir falar com a tripulação. ​E, também, como poderia afirmar que eram do nosso barco? Não podia. Depois escrevi às autoridades portuárias. Eles ​responderam que ensinam e que existem regulamentos​ e multas​, mas as pessoas são difíceis de mudar. ​ Foi o único se não desta viagem.​

vendedoras fiamA viagem que descrevi acima foi feita em 2010, agora em 2015 estive em Manaus para a FIAM, a Feira Internacional da Amazônia. Um show tanto na parte das industrias do polo de Manaus quanto da parte de agro negócios e artesanato. No pavilhão Amazônico o ar que se respira é empreendedorismo, mas as palavras de ordem são preservar e conservar. Tudo é feito com materiais certificados, extrativismo sustentável e assim por diante. ​ as coisas estão mudando.

O rio Amazonas é tão surpreendente. Recomendo que você faça esta viagem para ver por si mesmo.

Divirta-se!

na popa do barco

rio mar
Encontro das Águas

Prof. Antonio Carlos Rix

BLOG
Youtube
H2OBRASIL
Escola Internacional

 

 

Veja essa dica:

Passeio do encontro das águas:

”

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Copyright © 2013 Câmara do Comércio e Indústria Curaçao, All rights reserved.
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Brazil, Amazon – River Trip to Parintins

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Above, the Amazon State Flag.

Well, first, how to get there? Once you are in Manaus, the capital of the state of Amazonas in Brazil, there are two ways to get to Parintins: by plane, about a 1 hour trip, or by the Amazon River, 18 hours to get there and 24 hours or more to get back.

Parintins has a great festival every year between June 28 and June 30. Fifty thousand people from all over the country and abroad come to participate. Apart from the Bull Festival, it is a nice place to visit year round. But, in case all you want is to experience the Amazon River, you may go to Itacoatiara, which is nearer to Manaus and less tiring to get to. You see, riverboat trips are slow and long.

Of course, adventurous, I chose the river trip to Parintins. The idea was to see more of the tropical rain forest and maybe animals, too. Also, to learn more about the “Amazonenses” of other smaller cities. “Amazonense” is the name given to people born in the state of Amazonas. Rivers are the major means of transportation in this region of Brazil. Most cities grow and develop on their banks.

Manaus Port – Black River.

At the boat docks in Manaus, cargo and passengers are readied for the trip. Usually these river vessels stay harbored in Manaus for a whole day because this is where all the people from the smaller cities scattered along the river ways of the mighty Amazon, its branches and tributaries, come to sell their goods, crops and fish. They in turn buy clothing, groceries, seeds, gas, fuel, building materials, etc. The riverboats take on an average of 170 passengers plus many tons of cargo.

On the boat, everyone brings a hammock. There are places for you to hang them and enjoy your trip in relative comfort. I could not really be at ease with mine at first. On the trip from Manaus to Parintins, I could hardly sleep. You see, it is not so easy to sleep in a hammock when you are not used to it. But on the way back I was so tired, I did sleep, at least for a couple of hours.

 Life stile

The first thing I did was to check what kind of hammock people used. Then in one of the many shops near the harbor, I bought mine, neither better nor worse. Next, I paid for my ticket and went on to choose a place for me to hang my hammock. Sounds simple, right? There’s not much to it, but if you happen to be late, most of the passengers will already be on board — a mass of people lying side-by-side and sometimes even on top of each other.

In the photo above, do you see the woman’s net? (Brazilians call hammocks nets.) It is beside two other nets. The people in the photo are not relatives or anything like that; they just got to know each other that very moment. Brazilians tend to talk at a closer distance than British or Americans do. They mean no disrespect or intrusion. It is simply our way.

  Cidade de Alenquer – Riverboat.

During the trip, three to four meals are served: dinner, morning breakfast, lunch and, if the boat is late, another meal before arrival. The food quality varies from boat to boat. Traveling to Parintins on the “Cidade de Alenquer” the food and its preparation was very good, on the way back I was not so fortunate… On the first day, before dinner, I was interested only in the rivers, the scenery and stuff like that. At the first meal, however, I got to learn more about the beautiful people from the states of Amazonas and Para.

The meals are served on a rather small table that fits 12 at a time. With 170 some people onboard, one table on the first deck and another one — the same size — on the second deck, so about 85 people per table, right? Now everybody is hungry, the boat is three hours late, the engine’s on: po, po, po, po, pop popt … I thought to myself, this is going to be a mess. I was wrong, very wrong. I fell in love with these calm, clean and peaceful people. Yes, very clean. During the trip, some of them took up to four showers. They’d go towel in one hand something to dress in the other, and when they returned they’d spend up to 30 minutes combing, brushing, voluptuous — incredible.

 People eating on the boat.

Note, when the Europeans arrived in Brazil they where amazed about the nudity and the bathing habits of the natives — well, it is still true. At least the bathing thing, sometimes both.

The bell rang and in an orderly way without much external control, they went to the table. There the food was set in medium-sized bowls and they served each other without hurry and in such a nice way. I took part in the second round. The bowls where refilled. I noticed then that no one was watching or comparing, getting more or less; they were at ease. You see, these are mostly very simple people. In general, they have a low level of education, low incomes and yet they have good manners, a very good heart and relate very well with each other.

Old woman ready for the trip.

Now night came. Soon, some of the hammocks were empty while others held more weight… Wow. Love on the boat was so simple. But what was funny was that you did not hear any sound at all. Before this, on the third deck, the top level of the boat, where there is a bar, the people danced, drank beer and socialized. But don’t take me wrong. This was good. Whole families, children, the elderly, they were all having a good time. Not everyone on board was there, of course. Some were down stairs sleeping or just relaxing. Later in deep silence, we all slept. Well most of us anyway. They are not uptight; they really feel free to enjoy themselves. Would that you were there, you’d feel respected all the time, no question.

The confluence of the rivers

The trip started in Manaus at the Black River. Thirty minutes later the confluence appeared — the Black River and the Solimoes River collide and give birth to the Amazon River. The Solimoes River is red with mud, the Black River, as the name suggests, has black waters, and the two do not mix for many kilometers. So on one side of the boat you have red water and on the other black — a real scene.

It is fantastic. The Amazon is large — in some places more than six kilometers wide. Going down the river to Parintins or Itacoatiara is faster because you are traveling in the middle with the current, which is strong. On the way back, the boats travel very near the banks, doodling up every curve, so you may add from 6 to 10 hours to your trip. Should the captain try to go up by the middle, the current is so strong there, the boat wouldn’t even move.

Sadly, I saw only one fish jump in the river and some birds. The Amazon is a highway for boats of all sizes going up and down. According to some of my fellow travelers, animals and even more birds can be seen on the branches and tributaries far from the main rivers because of the up and down movement of the boats.

 Technology is here. A young girl plays with her cell phone for the entire trip.

Itacoatiara Port

There are many cities on the riverbanks, like Itacoatiara. Once small, today Itacoatiara is a port through which wood and many other goods are exported to Europe, the U.S., Asia, etc. There is a road between Itacoatiara and Manaus. By river, it may take you eight to ten hours; by road, it may be only three. (So you may leave Manaus by boat in the morning, enjoy the trip, experience the river and later come back by taxi or bus.)

Itacoatiara Port

Itacoatiara Main St.

It all starts in Itacoatiara pretty much like any other small village, A church, a health center to serve the formers nearby, soon someone puts up a bar that also sells groceries and the city develops.

 Itacoatiara Main Street

Nowadays these places are not springing up without care. There are programs run by the Amazonas state government to help them develop with more planning. Sustainable development is the name of the game and is the key to preserving the rain forest and the people who live in it. Brazilians know that and are willing to fulfill the task — to take care of our share of the Amazon.

Nevertheless, I must admit there is a lot that needs to be done. I was all the time worried about a piece of plastic I had in my pocket. I thought ‘this must not go to the river, Carlos! Be careful with your garbage!’ In the early morning, I was on the top deck inhaling the pure air, enjoying the scenery, at ease. The night before, I had put my garbage in the right place. The trashcan, right? Well, all of a sudden to my surprise I see two garbage bags flouting past the boat. Did someone from the crew throw that in? I immediately went downstairs and saw the trash can with new bags. I was mad. So mad I decided it was not a good time to go speak to the crew. But I later wrote to the port authorities. They said that they teach and that there are regulations, but people are hard to change. The next photo is my view from the top deck. I did not have my camera when the bags passed by unfortunately…

My next trip, you can guess, right? Yes, go wild, experience the jungle!

The Amazon River is so amazing. I recommend you take a trip down to see it for yourself. Have fun!

Early morning on the upper deck of the boat.
On the upper deck of the boat, early morning.
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