Show em Sampa

Júlia Tygel apresenta Novos Enredos,  novo concerto do projeto 

Entremeados: música popular brasileira para piano e violoncelo

28 de junho na Biblioteca Mário de Andrade (São Paulo)

ju       “O que a jovem compositora Júlia Tygel está fazendo é algo que tem conexão com uma tradição erudita muito forte, assinada embaixo por compositores da importância de um Liszt.”
(maestro João Maurício Galindo – Orquestra Jazz Sinfônica)

 ASSISTA AQUI AO TEASER E A 3 NOVAS MÚSICAS DO PROJETO AO VIVO

  A pianista Júlia Tygel estreia em junho o concerto Novos Enredos, uma continuidade do projeto Entremeados, com arranjos inéditos para piano e violoncelo de músicas de Milton Nascimento, Dori Caymmi e outros compositores brasileiros. No limiar entre a música erudita e a popular, a apresentação tem participação das violoncelistas Vana Bock (OSUSP) e Adriana Holtz (OSESP).

O concerto acontecerá no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, na série instrumental com curadoria de Swami Jr., no dia 28 de junho (terça-feira) às 20h, com entrada franca.

Júlia Tygel é pianista e compositora. É doutora em música pela USP, tendo realizado parte do programa na City University of New York como bolsista CAPES-Fulbright, além de bacharel e mestre em música pela UNICAMP.

– Entrevista com Julia Tygel

Vídeos de shows passados: 

·      Brasil

·      Nova York

SERVIÇO:

Quando: 28 de junho, terça-feira
Show: “Entremeados: Novos Enredos”
Onde: Auditório da Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo/SP
Endereço: Rua da Consolação, 94 – Centro
Horário: 20h
Duração do show: 1h15

Ingressos gratuitos, começam a ser distribuídos 1h antes do concerto.

Para mais detalhes acesse este link

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SUFRAMA comemora 49 anos

SUFRAMA comemora 49 anos com extensa programação de atividades nesta semana

Texto/Foto: Layana Rios

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) realiza, nesta semana, uma série de atividades para celebrar o seu 49º aniversário. Criada pelo Decreto Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, a SUFRAMA é uma autarquia vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e tem o papel de promover o desenvolvimento socioeconômico de sua área de atuação – Estados da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima) e municípios de Macapá e Santana, no Estado do Amapá.

Nesta segunda-feira (22), a programação foi iniciada com um culto ecumênico, na sede da SUFRAMA, seguido da abertura da exposição “SUFRAMA: 49 anos” que apresenta 49 itens, entre documentos, livros, fotografias e produtos fabricados no Polo Industrial de Manaus (PIM) que retratam um pouco da história da autarquia. A exposição está localizada no hall da sede da SUFRAMA e ficará montada até sexta-feira (26), aberta ao público em geral.

exposicao 1
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“Esta é a semana do aniversário dos 49 anos da SUFRAMA. Não poderíamos começá-la sem agradecer a Deus por termos o modelo Zona Franca de Manaus consolidado e, apesar do momento que o nosso País vive, termos indústrias investindo e gerando emprego na nossa região”, afirmou a superintendente da SUFRAMA, Rebecca Garcia. A superintendente explicou, ainda, que a exposição criada no hall da autarquia “é uma pequena demonstração de que a Zona Franca de Manaus tem história e de que, resguardada e respeitada essa história, será possível construir um futuro melhor.”

Programação
Na terça-feira (23), a partir das 9h, será realizado, no auditório da SUFRAMA, o painel de debate “Zona Franca de Manaus: 2016-2036 – das perspectivas à concretude de ações”, com a realização de dois sub-paineis: o primeiro diz respeito ao Plano Diretor Industrial 2016-2036 e os cenários para a indústria no Amazonas e o segundo abordará a governança e o desenvolvimento estratégico da agricultura e pecuária no Amazonas. O evento contará com a participação do Centro da indústria do Estado do Amazonas (Cieam); Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam); Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM); Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

De terça a quinta-feira (25), a SUFRAMA promoverá visitas dos servidores da autarquia a fábricas do PIM e palestras sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM) em escolas públicas. Na quarta-feira (25), acontece, ainda, das 8h30 às 12h30, no auditório da SUFRAMA, um curso básico de Exportação, que faz parte das ações do Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE).

Encerrando a programação organizada pela SUFRAMA, na sexta-feira (26) acontece a 272ª Reunião do Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS), às 10h30, no auditório da autarquia, com a presença do secretário-executivo do MDIC, Fernando Furlan, que presidirá a reunião. Na ocasião, a superintendente Rebecca Garcia fará o lançamento do novo site da autarquia, que passou por uma reestruturação e atualização de conteúdos e foi adequado à nova identidade padrão de comunicação digital estipulada pelo governo federal.

Homenagem
Pela passagem dos 49 anos, a SUFRAMA receberá uma homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), no dia 1º de março, às 11h, no Plenário Ruy Araújo. Durante a solenidade serão homenageados quatro servidores de carreira da autarquia.

 

Aventura – Viagem pelo rio Amazonas

Oportunidade – Amazônia Conectada

O Amazônia Conectada pretende interligar 52 municípios do Amazonas através de quase 8 mil quilômetros de cabos de fibra óptica. A participação da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) no projeto foi discutida em uma reunião com representantes do Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro, ocorrida na quarta-feira (17), na Sala de Autoridades da Infraero, no Aeroporto Eduardo Gomes.

Rebecca Garcia, ​​superintendente da SUFRAMA, e o superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Marcelo Pereira, manifestaram interesse que o projeto seja estendido até o município de Tabatinga e que também possa resolver o problema de oferta de Internet (especialmente a velocidade na transmissão e recepção de dados) para a área do Distrito Industrial.

“A SUFRAMA tem todo o interesse na superação da ausência de infraestrutura de telecomunicações nos municípios da Amazônia. A inclusão de Tabatinga é essencial tendo em vista que essa Área de Livre Comércio irá se tornar uma Zona Franca Verde”, frisou a superintendente.

O gerente do Programa Amazônia Conectada, capitão Luciano Sales, explicou que o projeto aproveita as estradas naturais da Amazônia – os rios – para levar Internet aos municípios. As infovias (linhas digitais por onde trafegam os dados) devem percorrer os leitos dos rios Negro, Solimões, Madeira, Juruá e Purus. Segundo Sales, o valor total do projeto chegou a ser orçado em R$ 8 bilhões, mas, entre outras medidas, a seleção de um fabricante de cabos de fibra óptica da Noruega possibilitou a redução dos custos para R$ 600 milhões (levando-se em conta a cotação do dólar a R$ 4).

“A implantação do projeto está dividida em partes. Na primeira, é aproveitada a estrutura do gasoduto Manaus – Coari para levar a fibra óptica até o interior do Amazonas. A etapa seguinte abrange o trecho entre os municípios de Coari e Tefé. A previsão é que a cerimônia de entrega ocorra em maio, com a presença da presidente Dilma”, observou o capitão, ressaltando que há previsão da interligação de Tefé a Tabatinga.

Viagem pelo Rio Amazonas, Manaus – Parintins

DSC_2533Bom, em primeiro lugar, como chegar lá? Quando você estiver em Manaus, a capital do estado do Amazonas, existem duas maneiras de se chegar a Parintins: de avião, uma viagem de ​uma​ hora, ou pelo rio Amazonas, 18 horas para chegar lá e 24 horas ou mais para voltar em um barco típico da região, um Gaiola.​ É só escolher.​

Parintins tem um grande festival todos os anos ​de 28 ​a 30 de junho​. ​Mais de cinquenta mil pessoas de todo o país e ​do estrangeiro participam da festa.  Além do Festival d​o Boi, Parintins é um lugar agradável para ​se visitar durante todo o ano.  Por outro lado, ​se tudo que você quer é experimentar o Rio Amazonas, você pode ir de Gaiola para Itacoatiara, que está mais próxima de Manaus e ​será menos cansativ​o para chegar.  Este passeio de barco​ vai ser lento e longo.

Os rios são os principais meios de transporte nesta região do Brasil. As cidades crescem e se desenvolvem ​às suas margens.  Claro, aventureiro, escolhi o rio ​e a viagem para Parintins. A idéia era ver mais da floresta tropical e talvez, com sorte, animais também. Além disto, tereia mais tempo para aprender mais sobre os “amazonenses” de outras cidades. 

porto seca
Porto de Manaus na seca, quando está cheio encosta lá no muro e chega a cobrir metade das escadas.

Nas docas, em Manaus, carga​s e passageiros ​são preparados para a viagem. Normalmente estas embarcações fica​m em Manaus por​ 1, 2 ou até 3 dias, porque este é o lugar onde todas as pessoas das cidades menores, espalhados ao longo das vias fluviais do Amazonas e ​seus afluentes, ve​m ​para vender os seus ​artefatos, colheitas e peixes. Eles, por sua vez​, compra​m roupas, mantimentos, sementes, gás, combustível, materiais de construção, etc. Os barcos ​levam em média de 170​ a 300 passageiros, além de muitas toneladas de carga.

No barco, cada um traz uma rede. Há lugares para você pendurá-las e desfrutar senhorade sua viagem em relativo conforto. ​Confesso que não ​fiquei à vontade ​na minha primeira vez. Na viagem de Manaus a Parintins ​não preguei os olho. Não é tão fácil dormir em uma rede quando você não está acostumado. Mas no caminho de volta estava tão cansado, ​que cai no sono, pelo menos por um par de horas. Fiz um bate e volta.

A​ntes ​de tudo verifiquei que tipo de rede de ​as pessoas ​estavam ​usado. Então, em uma das muitas lojas perto do porto, comprei ​a minha, nem melhor nem pior. (Tenho a minha até hoje.) Em seguida, paguei pelo m​inha ​passagem e pass​ei a escolher um lugar para ​me pendurar​, pendurar a rede. Parece simples, certo? Não há muito ​o que escolher, mas se acontecer de você ​chegar atrasado, a maioria dos passageiros já estar​á a bordo – uma massa de pessoas que ​se ​encontra lado a lado e às vezes até em cima uns dos outros.

redes no barcoredesNa foto ao lado, v​e​ja​ a mulher​ na rede vermelha. ​Ela está ao lado de duas outras redes​, muito próximas. As pessoas na foto não são parentes; eles simplesmente ​se conhecer​am alí, naquele momento. ​Nós brasileiros ​falamos em geral a uma distância mais p​róxima uns dos outros do que britânicos ou americanos, por exemplo. ​Para nós isso não é nenhum desrespeito ou intrusão. É simplesmente nossa maneira​ ser.​ Por lá essa distância é ainda menor.​

Durante a viagem, de ​duas a ​três refeições são servidas: jantar, café da manhã, almoço e, se o barco está atrasado, outra refeição antes da chegada. A qualidade dos alimentos varia de barco para barco. ​Na via​gem para Parintins no Gaiola “Cidade de Alenquer” a comida e sua preparação foi ​excelente. (No caminho de volta ​já não tive tanta sorte.) No primeiro dia, antes do jantar, estava interessado apenas nos rios, ​n​a paisagem e coisas assim. Na primeira refeição, ​o jantar, comecei a aprender mais sobre as ​belas ​pessoas dos estados do Amazonas e do Pará.

As refeições são servidas em um ​espaço ​pequeno ​onde cabem 12​/14​ ​pessoas ​de cada vez. (Há barcos maiores como o do vídeo no final deste texto: o Comandante Severino Ferreira). No Cidade de Alenquer, com ​cerca 170 pessoas a bordo,  uma mesa no primeiro pavimento e outra – ​do mesmo tamanho – no segundo convés, ​calculei +/- 85 pessoas por mesa, certo?  E gora​, todo mundo está com fome? O barco ​partiu com três horas de atraso, o motor​ na dele: po, po, po, po, pop pop…  Eu pensei ​comigo, isso vai ser uma bagunça… Estava errado, muito errado. ​Me apaixonei por essas pessoas simples, calmas, limpas e pacíficas. 

refeicao a bordoDe volta a mesa, o sinal tocou e de uma forma ordenada, sem muito controle externo, eles foram para a mesa. Há a comida foi ​servida​ em ​travessas médias e eles ​servido u​ns aos outro​s, sem pressa e de forma tão agradável. Tomei parte na segunda rodada. ​Um ou outro repetiu. Notei então que ninguém estava olhando ou comparando, ficando ​com mais  ou menos;  eles estavam à vontade. ​ São pessoas muito simples. Não faltam boas maneiras, um coração muito bom e se relacionar muito bem uns com os outros. Gostei mesmo do que vi.

lavatoriosDurante a viagem, alguns ​tomaram até quatro ​banhos. ​Toalha em uma mão​, o sabão e ​uma muda de roupa na outra, lá ai o “Zé” outra vez… E quando voltam​, seja o “Zé” ou a “Chica”, gastam até 30 minutos ​se penteando, escova​ndo os dentes, etc – uma volúpia forte e bonita.

​A história conta que quando os europeus chegaram ao Brasil ​ficaram ​espantado​s​ ​com​ a nudez e os hábitos de banho​ e  aceio dos nativos​.  Bom, isso ainda é verdade.  Pelo menos a coisa banho, às vezes, ambos. Eu lá me senti um porcão com meus míseros dois banhos por dia. 🙂 

A noite chegou. Logo, algumas das redes estavam vazi​as, enquanto outr​as ​sustentavam mais peso … ​Opa​, o amor no barco era ​óbvio. Mas o que ​achei engraçado foi não ouvir som​ algum. ​Perto desta turma mineiro faz muito barulho. No terceiro pavimento, o nível superior do barco, onde há um bar, a​lgumas​ pessoas​ dançavam, bebiam cerveja ​e conversavam. ​Foi bom. Famílias inteiras, crianças, idosos, todos ​se divertiam. Nem todo mundo a bordo estava lá, claro. Alguns descer​am para dormir ou simplesmente relaxar. Mais tarde, em profundo silêncio, todos nós dormimos. Bem, a maioria de nós. Eles ​sabem se divertir.

águas
Encontro das águas – Solimões e Negro

A confluência dos rios​.

A viagem começou em Manaus no rio Negro. Trinta minutos depois o rio Negro e​ ​o rio Solimões colidem e ​nasce o Rio Amazonas. O Rio Solimões é avermelhado com lama, o Rio Negro, como o nome sugere, tem águas negras, e os dois não se misturam depois do encontro das águas por muitos quilômetros. Assim, ​de um lado do barco que você tem água vermelha e, ​do outro pret​a – uma cena​ naturalmente sureal​.

pordosolÉ fantástico. A Amazônia é grande – em alguns lugares o Rio ​tem ​mais de seis quilômetros de largura. Desce​r o rio para Parintins, ou mesmo só até Itacoatiara, é mais rápido porque você está viajando no meio ​do rio com ​a correnteza forte. No caminho de volta, os barcos viajam muito perto das margens, ​desenhando cada curva, então você pode adicionar de 6 a 10 horas ​à sua viagem. ​Se o capitão ​tentasse ir pelo meio, a corrente é tão forte, o barco praticamente ​não  sairia do lugar.

ligados na rede
Na rede duas vezes. 🙂

Infelizmente, ​da fauna, vi apenas o salto de ​um ​peixe no rio e algumas aves. ​O​ Rio Amaz​on​as é uma estrada para barcos de todos os tamanhos que vão ​para acima e para baixo​ o tempo todo, imagina, é como uma Rod. Bandeirantes de água. De acordo com alguns dos meus companheiros de viagem, os animais​ só podem ser vistos n​os afluentes​, longe dos principais rios​,​ por causa do movimento dos barcos.

Itacoatiara – Porto

itaquatiaraHá muitas cidades nas margens de rios, como Itacoatiara. ​Já foi um lugarejo, hoje Itacoatiara é um porto importante através do qual madeira e muitos produtos são exportados para a Europa, EUA, Ásia, etc. Há uma estrada entre Itacoatiara e Manaus.​ (Roraima exporta seus grão por lá também.​) Pelo rio, você pode levar de oito a dez horas​ para chegar a Manaus​; por estrada, ​vão ser apenas três.  ​(Dica: Você pode deixar Manaus de barco na parte da manhã, desfrutar da viagem​, experimentar o rio e mais tarde voltar de táxi ou ônibus.)

Às margens dos rios lugarejos nascem todos os dias. Hoje em dia esses lugares não estão surgindo sem cuidados. A consciência ecológica cresce também. Existem programas executados pelo governo do estado do Amazonas para ajudar essas povoados a se desenvolver com mais planejamento. O desenvolvimento sustentável é o nome do jogo e é a chave para preservar a floresta e as pessoas que lá vivem. Os brasileiros do Amazonas sabem disso e estão dispostos a cumprir a tarefa – para cuidar de nossa part​e ​da Amaz​ônia.

No entanto, devo admitir que há muita coisa que precisa ser feit​a. ​De volta a história da viagem, o tempo todo estive preocupado com um pedaço de plástico que tinha em meu bolso. Pensei, ‘tenha cuidado com o seu lixo!” No início da manhã, estava no deck superior ​curtindo o ar puro, apreciando a paisagem, à vontade. Na noite anterior, tinha colocado o meu lixo no lugar certo​: ​a lata de lixo​. De repente, para minha surpresa vejo dois sacos ​enormes de lixo passarem​ pelo barco.  Será que alguém da equipe ​aqui​ jog​ou?​! Mediatamente desc​i as escadas e viu a lata de lixo com sacos novos. ​Fiquei bravo. Tão ​bravo que decidi que não era um bom momento para ir falar com a tripulação. ​E, também, como poderia afirmar que eram do nosso barco? Não podia. Depois escrevi às autoridades portuárias. Eles ​responderam que ensinam e que existem regulamentos​ e multas​, mas as pessoas são difíceis de mudar. ​ Foi o único se não desta viagem.​

vendedoras fiamA viagem que descrevi acima foi feita em 2010, agora em 2015 estive em Manaus para a FIAM, a Feira Internacional da Amazônia. Um show tanto na parte das industrias do polo de Manaus quanto da parte de agro negócios e artesanato. No pavilhão Amazônico o ar que se respira é empreendedorismo, mas as palavras de ordem são preservar e conservar. Tudo é feito com materiais certificados, extrativismo sustentável e assim por diante. ​ as coisas estão mudando.

O rio Amazonas é tão surpreendente. Recomendo que você faça esta viagem para ver por si mesmo.

Divirta-se!

na popa do barco

rio mar
Encontro das Águas

Prof. Antonio Carlos Rix

BLOG
Youtube
H2OBRASIL
Escola Internacional

 

 

Veja essa dica:

Passeio do encontro das águas:

”

Suframa tem apoio da Industria

Release:

A superintendente da Zona Franca de Manaus, Rebecca Garcia, recebeu, mais uma vez, manifestações de apoio da classe industrial do Amazonas, durante a 155a reunião ordinária do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), realizada nessa quarta-feira (25), na sede da entidade. Na ocasião, além de receber um documento do Cieam com as principais demandas para o fortalecimento da indústria amazonense, Rebecca anunciou que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) estuda a criação, em Brasília, de um grupo de trabalho permanente sobre o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM).

O presidente do Cieam, Wilson Périco, ressaltou a sinergia de Rebecca Garcia com a classe industrial, lembrando que a superintendente teve seu primeiro evento público como titular da SUFRAMA em reunião na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e também participou, nessa quarta-feira, da primeira reunião ordinária do Cieam após a sua posse. “Ela tem demonstrado com atos o comprometimento dela com aquilo que é importante e direito desse Estado dentro do modelo Zona Franca. Os desafios não serão pequenos e é por isso que a Federação, o Centro da Indústria e as demais entidades que representam os investimentos desse Estado depositam na pessoa da nova superintendente todo o apoio e confiança”, afirmou o presidente.

Périco parabenizou, ainda, os servidores da autarquia pela realização da oitava edição da Feira Internacional da Amazônia (FIAM 2015). “Quero levar o reconhecimento da nossa classe ao empenho e dedicação dos servidores da SUFRAMA na realização da Feira Internacional da Amazônia. Mesmo num momento de tamanha dificuldade pelo qual estamos passando, os servidores conseguiram alavancar um evento do porte que foi a Feira Internacional desse ano”, destacou.

Na oportunidade, a superintendente Rebecca Garcia reafirmou seu apoio à classe industrial e enalteceu a importância da união entre governos dos Estados, prefeituras municipais e entidades representativas da indústria e dos trabalhadores. “Quero que vocês tenham certeza de que vou ser aquela voz que vai repercutir e reverberar o que vocês nos passarem. Essa demonstração de união é muito importante para o reconhecimento tanto do MDIC quanto do governo federal como um todo de que é chegado o momento de discutir melhor a Zona Franca de Manaus”, afirmou.

A superintendente informou que recebeu do MDIC uma minuta de portaria para a criação de um grupo de trabalho permanente sobre o modelo ZFM, dentro do próprio Ministério. “Penso que a criação desse grupo de trabalho é uma demonstração clara do quanto o Ministério está comprometido com esse modelo. A minuta ainda será analisada e discutida pela SUFRAMA, mas com certeza representa um passo inicial de muita importância para viabilizarmos os avanços almejados”, observou.

Rebecca Garcia recordou, ainda, a reunião que teve com o ministro do MDIC, Armando Monteiro, e a bancada federal do Amazonas, no dia 11 de novembro, em Brasília, para tratar sobre Processos Produtivos Básicos (PPBs). “Ele (o ministro) entendeu nossas preocupações e está ciente de que a prorrogação dos incentivos de nada adianta se não tivermos condições dentro dos nossos PPBs”, explicou.

Ao final da reunião, Wilson Périco entregou à superintendente um documento elaborado pela entidade contendo as principais demandas da indústria amazonense. “É uma contribuição dos pontos que achamos importantes serem buscados e atingidos nessa nova gestão da SUFRAMA. A superintendente conta com nosso apoio e suporte”, afirmou Périco.

  • Veja a opinião de um empresario local sobre a importância do modelo ZFM:

FIAM e Empreendedorismo = Pavilhão Amazônico

Superintendente da Suframa, Rebecca Garcia (no centro), visita o Pavilhão Amazônico

Ainda que o PIM, Polo Industrial de Manaus, seja fundamental para a economia local e nacional, Manaus e a região não vivem só dele. A região toda tem muito mais a oferecer ao restante do pais e ao mundo. Produtos nossos, da floresta, ou subprodutos dela. A palavra de ordem sempre, sustentabilidade. Estive com compradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Angola, Canada e Estados Unidos – para sitar apenas alguns. Todos em busca de novidades. A única reclamação que ouvi foi: “são poucos dias…”

O Pavilhão Amazônico da Feira Internacional da Amazônia (FIAM 2015) foi onde todos pudemos conhecer um pouco da arte, cultura e criatividade dos artesãos e produtores regionais, adquirir produtos “da terra” a preços acessíveis ou até mesmo identificar novas técnicas de produção artesanal e oportunidades de investimentos. A FIAM 2015 também ajudandou divulgar e a valorizar o artesanato produzido por comunidades ribeirinhas e indígenas da região. Um dos principais pontos onde o visitante do Pavilhão Amazônico pode encontrar novidades do segmento é no espaço organizado pela Setrab, por meio do Programa do Artesanato Amazonense e dos grupos de Economia Solidária. O espaço reúne aproximadamente 60 artesãos oriundos de dez municípios do Interior do Amazonas, exibindo, com maior destaque, trabalhos desenvolvidos com biojoias.

Essas e outras experiências vivenciadas pelo público que visitou o Pavilhão Amazônico. O local, que teve visitação gratuita, dentro de um anexo ao pavilhão principal da feira no Studio 5 Centro de Convenções, reúniu aproximadamente 60 expositores, incluindo artesãos e produtores oriundos dos Estados do Amazonas, Rondônia e Roraima e empresas de alimentação do espaço gastronômico da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Uma das empresas de ponta dentro deste escopo é a Bombons Finos, que é um exemplo de empreendedorismo e sucesso. O ar do Pavilhão Amazônico é empreender, para todos os lados vários exemplos cada um em um estágio diferente, mas todos muito vibrantes e contagiantes. Veja:

Empreendimento familiar que deu certo

Elma, perseverança:

Camu-Camu

O poder cicatrizante desta fruta é incrível.

Dois dias de uso de um composto de Camu-Camu com azeite extra virgem de oliva, veja o resultado:

A seguir a entrevista com o pessoal do Peru, que onde esse produto é desenvolvido: