Faixa Branca Perigosa

No ultimo dia 12 (12/11/15) cai um tombo feio no retorno que fica em frente ao Monumento símbolo do Trabalhador Portuário, na Av. Perimetral, no Macuco. Foi feio mesmo porque não tive chance de fazer nada, num minuto estava pedalando (12 km/h +/-) e no outro estava no chão me contorcendo de dores. Por sorte não quebrei nenhum osso, mas tive ferimentos profundos, nas mãos, no joelho esquerdo e no ombro esquerdo também.

​A cena ficou na minha cabeça, repassando, tentava entender. Chovia um pouco, chovia fininho. Chove muito por aqui. Então, do nada… BAM, estou no chão! Como foi isso? Voltei lá para examinar o local, foi a faixa branca mesmo​. Ainda tinha a marca do escorregão e riscos no asfalto causados pela bicicleta.

Fiquei a pensar, como os caras usam uma coisa para sinalizar transito que pode causar “acidentes”. (​S​e sabemos que algo pode causar acidentes e não remediamos a situação não é mais acidente​, correto?​) Pesquisando achei e​m um​ fórum da Federação de Moto Clubes do Estado de São Paulo​ uma discussão justamente sobre isso​ . Veja – interessante para quem esta em duas rodas, com ou sem motor​:​ http://www.federacaomc.org.br/forum/viewtopic.php

​Achei várias matérias sobre este tipo de “acidente”. http://www.motociclismocomseguranca.com.br/tag/faixa-de-transito-escorregadia/ Muitos motociclistas são vitimas destas faixas. Mas não é só o pessoal de duas rodas, não, também achei dados sobre pedestres que escorregaram simplesmente atravessando a rua.

Acontece perto da gente. Sexta-feira (13), no dia seguinte, conversei com o pintor, Sr. Fernando, morador de Santos. Ele perdeu dois dentes em um “acidente” semelhante, também em Santos. Quando o que era para gerar segurança coloca a pessoa em risco a coisa se complica. É preciso buscar soluções.

E aí me pergunto, o que falta? Engenheiros, verba, vontade política, competência, atenção as demandas da comunidade? Perdi dois dias de trabalho, parei o senhor Marcos, que por sua vez parou o torno em que trabalhava para me deixar entrar em sua empresa e me lavar (fiquei muito grato), dei gasto para a cidade de Santos no Pronto Socorro (fui muito bem atendido), etc.

Adoro Santos. Acho a prefeitura de Santos competente e é amiga dos ciclistas. Está agora mesmo reformando ciclovias e construindo novas, Santos está de parabéns. Espero que eles, e outras prefeituras, prestem atenção a essa questão. Vou registrar ocorrência (BO) e recomendo que todos que passarem por problemas similares façam o mesmo. As nossas autoridades precisam saber o que há de errado.

O que me interessa não é indenização, mas pedalar em segurança.

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Visite a maior feira da Amazônia – FIAM 2015

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À Flor da Pele

Exposição À Flor da Pele evidencia as diferentes representações do universo feminino

Mais de 150 imagens de fotógrafos que marcaram o modo de ver e registrar o universo feminino do Brasil nas últimas décadas estão reunidas na exposição À FLOR DA PELE, com curadoria de Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman, que será inaugurada dia 21 de outubro (quarta-feira) e estará aberta ao público de 22 de outubro a 20 de novembro na PRAÇA DAS ARTES, em São Paulo. A mostra, centrada nas diferentes representações do universo feminino, está dividida em sete módulos, que agrupam referencias recorrentes nas imagens: DIVAS, FLAGRANTES (precursores dos paparazzi) FANTASIA, FETICHE, INTRAMUROS (fotos que remetem ao tema “família”), LIMITES, PROJETORES (homens que exaltaram pela arte o universo feminino).

Fotos de nomes como Gui Paganini, Murillo Meireles e André Vainer convivem com imagens que já se tornaram clássicos feitas por Luiz Carlos Barreto, Marisa Alvarez Lima, Antonio Guerreiro, Paulo Garcez, Bubby Costa, Sérgio Jorge e Zé Antonio Moraes. Na exposição, baseada no acervo da revista s/n°, editada por Wolfenson e Hara, e que este ano completa uma década, estão ainda trabalhos de Rochelle Costi, OsGemeos e Irmãos Campana.

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Na mostra, estão retratos de Giselle Bündchen, Costanza Pascolato, Leticia Sabatella, Fernanda Young, Fernanda Montenegro, Leila Diniz, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Camila Pitanga e Cynthia Howlett (as quatro últimas fotografadas durante a gravidez), estilistas históricos como Dener e Clodovil, além de divas como Marlene Dietrich e Marylin Monroe.

“O ponto de partida foi o modo avião. Metaforicamente, é o instante em que, desconectados temporariamente desse fluxo, podemos desfrutar do tempo do reset: instantes em que vivemos plenamente a imaginação e a fantasia. A pausa. A partir daí, levantamos a seguinte pergunta: como é representado o universo feminino quando há completa liberdade autoral?”, dizem os curadores.

Na sala LIMITE, por exemplo, o visitante se depara com 4 imagens da mesma mulher. Cada uma com uma sutil diferença, propositalmente feita na imagem. O ensaio de Wolfenson, convida as pessoas a pensarem nos limites na era em que cirurgias, técnicas e tecnologia permitem manipular o corpo e as formas, criando-se aquilo que cada um deseja ser. As fotos são um desafio para o espectador: qual das mulheres é a real, qual foi manipulada?

À FLOR DA PELE, revisita imagens reunidas pela publicação s/n°, autoral, e que por isso proporciona o reset. Imagens resgatadas de acervos de grandes fotógrafos muitas vezes pouco conhecidos pelo público contemporâneo e fotos criadas a partir de convites da revista compõem a exposição.

A expografia é dos autores do projeto arquitetônico da Praça das Artes – Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci (Brasil Arquitetura), e pretende criar um diálogo franco entre a forte arquitetura do edifício do antigo Conservatório Dramático Musical e as fotografias de ‘À Flor da Pele”. Esse diálogo pode ser lido na delicada montagem de elementos; na sinuosidade das cortinas de voil, sugerindo penumbra e transparência, que ora revelam, ora aumentam as nuances do universo feminino, mote central da mostra.”

A exposição À FLOR DA PELE é patrocinada pela C&A, por meio da lei de incentivo estadual de cultura – PROAC.

Serviço

A Exposição À Flor da Pele
Curadoria Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Abertura: 21 DE OUTUBRO DE 2015
Das 19h Às 22h30min
Em exibição de 22 de outubro a 20 de novembro de 2015
Visitação de segunda a sábado de 10h as 20h, domingos de 10h as 18h.
Entrada franca
Praça Das Artes – av. São João, 281- centro – São Paulo
Próximo às estações Anhangabaú e República do metrô
Sugerimos ir de táxi
http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/

Ficha técnica da exposição

Realização: Livre e S/N
Curadoria: Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Produção executiva: Patrícia K.D. Godoy
Concepção museográfica: Brasil Arquitetura_Francisco Fanucci e
Marcelo Ferraz

Sobre os curadores

Ricardo Feldman é sócio fundador da Livre, editora e produtora de conteúdo e cultura. Dirigiu diversos projetos culturais, entre eles a exposição Flávio de Carvalho Desveste a Moda da Cabeça aos Pés realizada no MUBE – SP e MAM- RJ; os livros Sapato de Mulher, um Passeio pelo Imaginário das Brasileiras; 30 anos de Moda no Brasil; Auditório Ibirapuera, o Projeto Esquecido de Oscar Niemeyer, entre outros. É publisher da Revista s/n e conselheiro do Theatro São Pedro, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica de São Paulo.

Bob Wolfenson iniciou a carreira há 35 anos. Seu trabalho transita pela arte, pela publicidade e pela moda. Entre suas mostras individuais estão séries expostas no Museu de Arte Brasileira – FAAP, no Masp e no Centro Cultural Maria Antônia. Sua obra está presente nos livros Belvedere”, Encadernação Dourada – Antifachada”, “A Caminho do Mar”, “Cinépolis” e “Apreensões”. Suas fotos integram coleçõese como as do MASP, Itaú Cultural, Museu de Arte Brasileira-FAAP, MAM-SP. Em 2001 criou com o jornalista Helio Hara a revista de fotografia e arte s/n°, dando início a perfis que resgatam grandes fotógrafos brasileiros. Foi curador da mostra de Otto Stupakoff em São Paulo e da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, em homenagem a Bubby Costa.

Helio Hara é jornalista e, desde 2001, edita com Bob Wolfenson a revista de fotografia e arte s/n°. Desenvolveu conteúdos culturais para, entre outros, CCBB, Oi Futuro, TV Globo e Videobrasil/SESC-SP. Dirigiu a area de comunicação e marketing da Editora Cosac Naify. Foi curador da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, homenagem a Bubby Costa, e da mostra “O Japão daqui”, no Museu da Língua Portuguesa. Há mais de 10 anos trabalha no resgate de acervos de grandes fotógrafos pouco conhecidos pelas novas gerações. Entre eles, Otto Stupakoff (é dele um dos textos no livro sobre o fotógrafo editado pela Cosac Naify), Miguel Jorge, Marisa Alvarez Lima e Paulo Garcez.

PRAÇA DAS ARTES

A Praça das Artes é um complexo cultural no centro de São Paulo que promove apresentações musicais, exposições, peças teatrais, programações de cultura popular culturais, além de abrigar os corpos artísticos do Theatro Municipal de São Paulo e ser sede da Escola Municipal de Música, da Escola de Dança de São Paulo e da administração da Fundação Theatro Municipal. Seu espaço abriga também a Orquestra Experimental de Repertório, o Coral Paulistano e o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, que tem a Sala do Conservatório como sede. A Praça das Artes ocupa uma área de 29 mil m² e teve a primeira parte de seu projeto inaugurada em dezembro de 2012, é um ponto central da revitalização cultural do centro histórico de São Paulo e resultado de uma parceria entre a Secretaria da Cultura e a Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz. Um dos pontos centrais do projeto foi o restauro do antigo prédio do Conservatório Dramático e Musical. Inaugurado em 1896 como uma loja de pianos, em 1899 tornou-se o luxuoso Hotel Joachim’s, para se transformar em 1909 na sede do Conservatório. Hoje, a antiga sede transformou-se em uma sala de concerto de câmara e uma sala de exposições. Além da temporada de apresentações e exposições, a Praça das Artes é parceira de eventos como a São Paulo Fashion Week, a Mostra Internacional de Cinema, e outros importantes eventos do calendário cultural de São Paulo. A Praça das Artes recebeu o Prêmio APCA de Melhor Obra de Arquitetura de 2012, o prêmio de Edifício do Ano de 2013 pelo Icon Awards, realizado pela Icon Magazine, e foi finalista dos ‘Projetos Impressionantes das Américas’, da Mies Crown Hall Americas 2014.

Fotos: http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/#jp-carousel-646

Proponente Realizador do Projeto: Livre Conteúdo e Cultura / Editora Livre
contato
Rua Cristiano Viana, 650 São Paulo CEP 05411-001
Telefone 55 11 3038 3939
www.livreconteudo.com.br

Sobre a C&A

Líder do mercado de varejo de moda brasileiro, no qual está presente desde 1976, a C&A é uma multinacional de origem holandesa fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, cujas iniciais deram origem ao nome da empresa. Atualmente a rede possui mais de 280 lojas no País, em 25 Estados e no Distrito Federal. De maneira inovadora, a C&A atua para oferecer produtos e informação de moda, por meio de um intenso processo de pesquisa e entendimento das suas clientes brasileiras. Um exemplo é a plataforma C&A Collections, que traz coleções exclusivas em parcerias com estilistas e grifes nacionais e internacionais.

A empresa é pioneira também em ações socioambientais, recentemente organizadas em torno de sua Plataforma de Sustentabilidade. É a única rede do País que publica seus indicadores de sustentabilidade segundo o padrão GRI, desde 2010; a primeira do varejo de moda a inaugurar uma Loja Eco, com operações planejadas para ecoeficiência e certificada com o selo Leed, do Conselho de Construção Sustentável dos EUA (USGBC). Além disso, por meio de uma empresa autônoma, a Organização de Serviço para Gestão de Auditorias de Conformidade (Socam), a rede tornou-se a primeira do setor a auditar a cadeia produtiva, monitorando padrões de negócios socialmente responsáveis. O compromisso com o desenvolvimento das condições de trabalho em seus fornecedores foi expresso publicamente em 2010, quando foi a primeira empresa a assinar o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

Acompanhe a C&A:
Sala de Imprensa: www.cea.com.br/saladeimprensa
Site: www.cea.com.br

Bicicletas – Ação antifurto

BICICLETA ID (bike id)

É triste, mas um fato. Todos podemos ser vitimas de furto. Vários amigos e conhecidos meus já sofreram assalto em pleno percurso.  O que fazer se sua bicicleta for roubada?

Sempre faça a ocorrência, sempre! A polícia muitas vezes já conhece os ladões. A PM os para, investiga as bicicletas, mas se não há um alarme de furto, um BO… têm que os deixar ir embora.  😦

No meio do alvoroço, do “aí meu deus, minha bike, minha bike! E agora, cadê?!” Dificilmente a pessoa vai se lembrar de numero do chassi, cor, marca, marcas, acessórios, etc.

É aí que um post no seu blog, um álbum no Face, fotos salvas na nuvem, podem ajudar e muito. O que aqui e agora pode parecer uma coleção bobinha de fotos, na hora da necessidade, vai se mostrar um valioso instrumento.

De fato, rapidamente a policia pode saber como sua bicicleta é em detalhes. Você não vai ficar explicando, vai mostrar. Os primeiros dez, quinze minutos, são os mais prováveis de você reaver sua magrela.

Faça hoje mesmo fotos das suas bicicletas e poste. No Face faça um álbum, pois álbuns são mais fáceis de encontrar do que ficar rolando a tela para achar um post antigo, coloca como privado para não ficar estranho na sua linha do tempo.

O que esperamos mesmo é que nada lhe aconteça, ande sempre em grupo, evite locais sabidamente perigosos ou ermos. Quando for para as estradas avise a polícia do seu destino e trajeto, se for em grupo também.

O mote aqui é prevenção, fique sempre ligado!

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Saiba mais, clique na imagem.
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India – Falu Shah, o velho e o novo

faluA música indiana tem muitos aspectos interessantes, chama a atenção a capacidade que tem de ser moderna e ainda assim manter uma carga espiritual elevada, como se fora um mantra.

Desde de pequeno tudo que vem da India e das Arabias me chama muito a atenção. Sempre tive estas músicas no carro e sempre estudei um pouco. Do Árabe sei o alfabeto, alguns comprimentos e muitas palavras.

Aprender uma língua assim é um exercício delicioso para o cérebro, recomendo.  🙂

Abaixo uma composição com mais de 5 mil anos:

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www.h2obrasil.com
Purificar água, é aqui!

Separar?

Nunca! O Brasil e nosso!

Tenho indagado aos mais próximos, na rua, na sala de aula: qual foi sua atuação na campanha? A resposta de quase 100%, e que não me surpreendeu, é: "FB, fiz campanha na Internet."

Ridículo, não foi o Aécio que perdeu esta eleição, fomos nós. Neguinho não colocou um adesivo no carro, não falou com nenhum parente, não foi pra rua, nada, nada… Difícil. Agora ficam buscando culpados, falando em separação, não tenho como concordar com isso. Acomodados.

Aqui na praia tava lotado de gente que justificou o voto. Agora existe voto em transito, era só ter se cadastrado antes… Nem sei o que dizer. Como líder comunitário em Campinas vivi isso de perto, o pessoal quer o benefício, mas não quer pagar o preço.

Eu nasci no coração de São Paulo, sou paulista da gema. Vivi em Sampa meu primeiros vinte anos. Conheço de perto todas as ruas que o Caetano cantou. Sempre adorei e adoro o Norte e o Nordeste do meu país e o seu povo, Brasileiros como eu, que sempre me trataram muito bem.

Solução só existe com participação, mobilização, sentando no sofá não se resolve nada. Na SAB era sempre o povo mais humilde do bairro que ia com a gente para a frente da prefeitura, nas passeatas, nos atos públicos, etc. Para conseguirmos benfeitorias. O resto tinha compromissos…

BFS!!!!

Amazon – Things to Do in Manaus

setsunI have traveled to Manaus on business many times. You may have read about some of that experience at OhmyNews International where many of my articles were first published. Many people I meet in Manaus complain about the hot weather — really hot actually — and that they are tired of the hotel, etc.

My first questions to them are:

1) When do you generally go back? (to Rio/to Sao Paulo/to U.S.)
2) What about your friends here? Have made friends in Manaus?

Most of the time these travelers go home on Friday and they do not make friends in Manaus. Well, this way it is hard, very hard! First of all, don’t go home Friday evening or afternoon. Give Manaus a chance; stay one weekend or go only on Sunday afternoon.

Second, my advice is for you to try to make friends of the locals. Manauaras are very friendly. Go for it and you will see. If this is not possible there are many other lonely traveling people just like you in your hotel. I met many such people at the Adrianopolis where I usually stay.

See, during the week you may get to know the other lonely boys and girls. They are at the restaurant in the morning for breakfast, in the swimming pool in the late afternoon. Ask them where they are from, how often they come to Manaus, what they do. People tend to respond well when you want to know about them and show real respectful interest. It does work. I have gotten to know all these people at the hotel.

planeGoing around by taxi is expensive in Manaus. In a group of three or four costs will come down — as they say, “it always cheaper by the dozen.”

The willingness is there? You are ready to go, right? You got new friends, or at least friends to share expenses and good a time? Right! Where do you go now?

Let me give some suggestions. If all you’ve got is one day my bet would be a floating restaurant at the Rio Negro (Black River) You know that as citizen journalist I should tell you my own experience instead of playing the tourist agent. Let’s see.

I was at the hotel as usual by myself for two weeks, Tuesday I met Nina and two days later we both met Marcia at the swimming pool of the hotel. Both were there for work and alone in Manaus. We talked and shared experiences. With the weekend arriving and the possibility of becoming boring couch potatoes on Saturday and Sunday frightened the three of us. My friend Michel Rondini was there also, so I introduced my new friends to him, the same way I had introduced Nina to Marcia.

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Water for your trip to Brazil

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Friday night was jazz night in Manaus. Yes, the theater, known worldwide as the Amazon Theater, is a historic place everyone visiting the city must go. On Friday nights that is just the hangout place. There are many nice places to eat and there is always an outdoor show for you to enjoy. This time Michel had other plans, so I went with the girls. Check the picture on the left and the two above; they’ll tell you more than words can.

Well, Friday was done. A nice idea is to go Saturday afternoon and visit the historic Manaus Theater — its a great move — forget the TV.

We decided to be more energetic and go to one of the floating restaurants. Michel came along this time. First we went downtown — an interesting place in itself — for a view of the harbor. Check it out in the following pictures and comments:

There are many floating restaurants around. We chose one and early on Saturday went off to try it. From the harbor you may get a small speedboat; it is a 20 to 30 minute trip by river. What you get there? Check it out:

While in the flouting restaurant we met two other people. One couple, Ms Eunice and her husband Mr Hercules, took us to a boat trip and a group led by Ms Viviane Yamashita, who invited us to dinner next Thursday. Yamashita offered her own house. Manauaras (people from Manaus) are very open and nice people. They like to make friends with outsiders like foreigners and people from other states like myself and Marcia. Both things were fantastic.

So as you can see there are lots to do in Manaus. Now its up to you. I want to read your trip story to anywhere in the world. Make it nice, OK?

Oh, by the way, if you want something more adventurous, click here.

Have fun and take care!

One last shot an amazing Sunset from the floating restaurant.

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Water for your trip to Brazil

Alemanha e o Destino, quem é o senhor?

TRENQUE-LAUQUEN
Hoje em dia a cidade cresceu.

​Há uns dez anos estava visitando a Argentina​. Fomos a então pequena cidade de Trenque Lauquen, zona rural com muitas fazendas, o lugar fica a uns 400 km de Buenos Aires. Não chovia e meu amigo, um holandês que já havia morado no Brasil, me levou para mostrar sua fazenda. Foi um passeio a cavalo delicioso, descobri que o terreno todo era muito arenoso e tinha que sempre estar coberto: girassol, milho, aveia, alfafa e soja se alternavam sempre.

No final do passeio o holandês me contou que o gado já estava sofrendo com a falta de água. Um pequeno açude ainda dava conta, mas era preciso racionar. Isso certamente prejudicaria a engorda. Virei pra ele e disse, vamos orar e pedir a Deus que chova, que ele mande chuvas para Trenque Lauquen.  Ele olhou para mim e disse com muita calma: “rezo para que não me falte saúde, força, inteligência, coragem para trabalhar e paz, o resto Deus sabe.”

Demorou cair a ficha, mas logo entendi. “Deus sabe onde tem ou não tem que chover” continuou “a chuva que para mim será boa pode destruir a lavoura de outro, diminuir a produção…”  É isso aí, nossa paga vem pelo trabalho, pelo nosso esforço. É como no futebol. Acabamos de ver isso nesta copa (2014 Brazil). Deus não toma partidos. Tem grama, luz, juiz e bandeirinhas para os dois times. Ganha quem jogar melhor!

Uma Alemanha organizada, coesa, treinada, com ritmo de jogo atropelou o time brasileiro. Faz tempo que vivemos da sorte, ou melhor da fatalidade alheia. Lembra do Baggio? “azar” dele/es, “sorte” nossa, não foi? E o Galvão gritando: “Buda contra Cristo” Ridículo. Mas é isso a gente cresce ouvindo besteiras e acaba acreditando que se tratam de fatos.

Não tem deus brasileiro, não tem sorte, não tem jeitinho. Precisamos entender isso. O que existe e dá certo é trabalho, fruto de trabalho e de suor. Isso se aplica a tudo em nossas vidas. Tem uma mentira aí que nos atrapalha: Tratamos Deus, o governo, o patrão, as pessoas em posição de autoridade como se fossemos mendigos que precisam de assistencialismo.

Chega de mendigar, esperar a sorte, vamos fazer acontecer!

Essa seleção da Alemanha vem jogando junto há mais seis anos, passaram muitas coisas. Foram derrotados, continuaram a treinar, lutar, trabalhar. O trabalho realizado garantiu agora a participação na final da Copa do Mundo da FIFA. Isso pode ser assim nas nossas vidas também. Chega de ficar esperando do céu, do governo, do patrão, de quem quer que seja! Vamos fazer acontecer. Isso é muito mais importante que a copa da Fifa.

Bom, a Copa ainda não acabou, domingo saberemos quem é o campeão, que vença o melhor. Mas é um jogo, tudo pode acontecer. Vou torcer pela America Latina, agora representada pela Argentina. Como disse Milton Neves, sitando Nelson Rodrigues, “O futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes”. Importante mesmo é que você seja senhor de seu destino, faça acontecer e no caminho vá se divertindo com o que for possível.

 

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