À Flor da Pele

Exposição À Flor da Pele evidencia as diferentes representações do universo feminino

Mais de 150 imagens de fotógrafos que marcaram o modo de ver e registrar o universo feminino do Brasil nas últimas décadas estão reunidas na exposição À FLOR DA PELE, com curadoria de Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman, que será inaugurada dia 21 de outubro (quarta-feira) e estará aberta ao público de 22 de outubro a 20 de novembro na PRAÇA DAS ARTES, em São Paulo. A mostra, centrada nas diferentes representações do universo feminino, está dividida em sete módulos, que agrupam referencias recorrentes nas imagens: DIVAS, FLAGRANTES (precursores dos paparazzi) FANTASIA, FETICHE, INTRAMUROS (fotos que remetem ao tema “família”), LIMITES, PROJETORES (homens que exaltaram pela arte o universo feminino).

Fotos de nomes como Gui Paganini, Murillo Meireles e André Vainer convivem com imagens que já se tornaram clássicos feitas por Luiz Carlos Barreto, Marisa Alvarez Lima, Antonio Guerreiro, Paulo Garcez, Bubby Costa, Sérgio Jorge e Zé Antonio Moraes. Na exposição, baseada no acervo da revista s/n°, editada por Wolfenson e Hara, e que este ano completa uma década, estão ainda trabalhos de Rochelle Costi, OsGemeos e Irmãos Campana.

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Na mostra, estão retratos de Giselle Bündchen, Costanza Pascolato, Leticia Sabatella, Fernanda Young, Fernanda Montenegro, Leila Diniz, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Camila Pitanga e Cynthia Howlett (as quatro últimas fotografadas durante a gravidez), estilistas históricos como Dener e Clodovil, além de divas como Marlene Dietrich e Marylin Monroe.

“O ponto de partida foi o modo avião. Metaforicamente, é o instante em que, desconectados temporariamente desse fluxo, podemos desfrutar do tempo do reset: instantes em que vivemos plenamente a imaginação e a fantasia. A pausa. A partir daí, levantamos a seguinte pergunta: como é representado o universo feminino quando há completa liberdade autoral?”, dizem os curadores.

Na sala LIMITE, por exemplo, o visitante se depara com 4 imagens da mesma mulher. Cada uma com uma sutil diferença, propositalmente feita na imagem. O ensaio de Wolfenson, convida as pessoas a pensarem nos limites na era em que cirurgias, técnicas e tecnologia permitem manipular o corpo e as formas, criando-se aquilo que cada um deseja ser. As fotos são um desafio para o espectador: qual das mulheres é a real, qual foi manipulada?

À FLOR DA PELE, revisita imagens reunidas pela publicação s/n°, autoral, e que por isso proporciona o reset. Imagens resgatadas de acervos de grandes fotógrafos muitas vezes pouco conhecidos pelo público contemporâneo e fotos criadas a partir de convites da revista compõem a exposição.

A expografia é dos autores do projeto arquitetônico da Praça das Artes – Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci (Brasil Arquitetura), e pretende criar um diálogo franco entre a forte arquitetura do edifício do antigo Conservatório Dramático Musical e as fotografias de ‘À Flor da Pele”. Esse diálogo pode ser lido na delicada montagem de elementos; na sinuosidade das cortinas de voil, sugerindo penumbra e transparência, que ora revelam, ora aumentam as nuances do universo feminino, mote central da mostra.”

A exposição À FLOR DA PELE é patrocinada pela C&A, por meio da lei de incentivo estadual de cultura – PROAC.

Serviço

A Exposição À Flor da Pele
Curadoria Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Abertura: 21 DE OUTUBRO DE 2015
Das 19h Às 22h30min
Em exibição de 22 de outubro a 20 de novembro de 2015
Visitação de segunda a sábado de 10h as 20h, domingos de 10h as 18h.
Entrada franca
Praça Das Artes – av. São João, 281- centro – São Paulo
Próximo às estações Anhangabaú e República do metrô
Sugerimos ir de táxi
http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/

Ficha técnica da exposição

Realização: Livre e S/N
Curadoria: Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Produção executiva: Patrícia K.D. Godoy
Concepção museográfica: Brasil Arquitetura_Francisco Fanucci e
Marcelo Ferraz

Sobre os curadores

Ricardo Feldman é sócio fundador da Livre, editora e produtora de conteúdo e cultura. Dirigiu diversos projetos culturais, entre eles a exposição Flávio de Carvalho Desveste a Moda da Cabeça aos Pés realizada no MUBE – SP e MAM- RJ; os livros Sapato de Mulher, um Passeio pelo Imaginário das Brasileiras; 30 anos de Moda no Brasil; Auditório Ibirapuera, o Projeto Esquecido de Oscar Niemeyer, entre outros. É publisher da Revista s/n e conselheiro do Theatro São Pedro, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica de São Paulo.

Bob Wolfenson iniciou a carreira há 35 anos. Seu trabalho transita pela arte, pela publicidade e pela moda. Entre suas mostras individuais estão séries expostas no Museu de Arte Brasileira – FAAP, no Masp e no Centro Cultural Maria Antônia. Sua obra está presente nos livros Belvedere”, Encadernação Dourada – Antifachada”, “A Caminho do Mar”, “Cinépolis” e “Apreensões”. Suas fotos integram coleçõese como as do MASP, Itaú Cultural, Museu de Arte Brasileira-FAAP, MAM-SP. Em 2001 criou com o jornalista Helio Hara a revista de fotografia e arte s/n°, dando início a perfis que resgatam grandes fotógrafos brasileiros. Foi curador da mostra de Otto Stupakoff em São Paulo e da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, em homenagem a Bubby Costa.

Helio Hara é jornalista e, desde 2001, edita com Bob Wolfenson a revista de fotografia e arte s/n°. Desenvolveu conteúdos culturais para, entre outros, CCBB, Oi Futuro, TV Globo e Videobrasil/SESC-SP. Dirigiu a area de comunicação e marketing da Editora Cosac Naify. Foi curador da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, homenagem a Bubby Costa, e da mostra “O Japão daqui”, no Museu da Língua Portuguesa. Há mais de 10 anos trabalha no resgate de acervos de grandes fotógrafos pouco conhecidos pelas novas gerações. Entre eles, Otto Stupakoff (é dele um dos textos no livro sobre o fotógrafo editado pela Cosac Naify), Miguel Jorge, Marisa Alvarez Lima e Paulo Garcez.

PRAÇA DAS ARTES

A Praça das Artes é um complexo cultural no centro de São Paulo que promove apresentações musicais, exposições, peças teatrais, programações de cultura popular culturais, além de abrigar os corpos artísticos do Theatro Municipal de São Paulo e ser sede da Escola Municipal de Música, da Escola de Dança de São Paulo e da administração da Fundação Theatro Municipal. Seu espaço abriga também a Orquestra Experimental de Repertório, o Coral Paulistano e o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, que tem a Sala do Conservatório como sede. A Praça das Artes ocupa uma área de 29 mil m² e teve a primeira parte de seu projeto inaugurada em dezembro de 2012, é um ponto central da revitalização cultural do centro histórico de São Paulo e resultado de uma parceria entre a Secretaria da Cultura e a Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz. Um dos pontos centrais do projeto foi o restauro do antigo prédio do Conservatório Dramático e Musical. Inaugurado em 1896 como uma loja de pianos, em 1899 tornou-se o luxuoso Hotel Joachim’s, para se transformar em 1909 na sede do Conservatório. Hoje, a antiga sede transformou-se em uma sala de concerto de câmara e uma sala de exposições. Além da temporada de apresentações e exposições, a Praça das Artes é parceira de eventos como a São Paulo Fashion Week, a Mostra Internacional de Cinema, e outros importantes eventos do calendário cultural de São Paulo. A Praça das Artes recebeu o Prêmio APCA de Melhor Obra de Arquitetura de 2012, o prêmio de Edifício do Ano de 2013 pelo Icon Awards, realizado pela Icon Magazine, e foi finalista dos ‘Projetos Impressionantes das Américas’, da Mies Crown Hall Americas 2014.

Fotos: http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/#jp-carousel-646

Proponente Realizador do Projeto: Livre Conteúdo e Cultura / Editora Livre
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Sobre a C&A

Líder do mercado de varejo de moda brasileiro, no qual está presente desde 1976, a C&A é uma multinacional de origem holandesa fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, cujas iniciais deram origem ao nome da empresa. Atualmente a rede possui mais de 280 lojas no País, em 25 Estados e no Distrito Federal. De maneira inovadora, a C&A atua para oferecer produtos e informação de moda, por meio de um intenso processo de pesquisa e entendimento das suas clientes brasileiras. Um exemplo é a plataforma C&A Collections, que traz coleções exclusivas em parcerias com estilistas e grifes nacionais e internacionais.

A empresa é pioneira também em ações socioambientais, recentemente organizadas em torno de sua Plataforma de Sustentabilidade. É a única rede do País que publica seus indicadores de sustentabilidade segundo o padrão GRI, desde 2010; a primeira do varejo de moda a inaugurar uma Loja Eco, com operações planejadas para ecoeficiência e certificada com o selo Leed, do Conselho de Construção Sustentável dos EUA (USGBC). Além disso, por meio de uma empresa autônoma, a Organização de Serviço para Gestão de Auditorias de Conformidade (Socam), a rede tornou-se a primeira do setor a auditar a cadeia produtiva, monitorando padrões de negócios socialmente responsáveis. O compromisso com o desenvolvimento das condições de trabalho em seus fornecedores foi expresso publicamente em 2010, quando foi a primeira empresa a assinar o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

Acompanhe a C&A:
Sala de Imprensa: www.cea.com.br/saladeimprensa
Site: www.cea.com.br

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Roteiro Fotográfico Simples

Você já deve ter ouvido falar de roteiros de cinema, de filmes, etc. Um roteiro é um mapa que vai guiar a sequencia de imagens ou filmagens que vão no final fazer as pessoas entender o que queremos comunicar.

O roteiro meche coma cabeça das pessoas. Nosso cérebro trabalha, em geral, de forma lógica. Não é sempre que se precisa de um duble para fazer uma cena de atropelamento, por exemplo.

Basta filmar o carro vindo, o “Zé” distraído pisando na rua e depois o “Zé” no chão ao lado do carro parado. Pronto seu cérebro faz a matemática.

Bom, é essa matemática que muitas vezes falta em conjuntos de fotos que vemos por aí. Muitas fotos soltas, perdidas, não dá para entender nem o onde, nem o porque… 🙂  Com o Facebook isso fica mais aceitável em parte porque a plataforma do FB pergunta, pelo menos, onde e quem.

Mesmo assim para as fotos da sua viagem ou evento ficarem mais interessantes você pode fazer um roteiro. Ele pode ser bem simples, mas fara diferença. Olha o que o Câmera faz durante em uma partida de futebol:

  1. mostra a cidade com o campo em fogo
  2. a bola no centro do campo
  3. abre, mostra o estadio todo
  4. uma torcida
  5. a outra torcida
  6. o apito inicial

Percebe?

Fui ao casamento de um amigo, vou lhes contar meu roteiro.

  1. foto panorâmica da igreja
  2. foto do Pe. no altar
  3. o Pe. , do noivo e dos padrinhos
  4. a igreja toda
  5. a noiva chegando
  6. ela entrando
  7. a entrega ao noivo
  8. a cerimônia
  9. os pais e padrinho (benção)
  10. as alianças
  11. o beijo
  12. nova foto geral
  13. os noivos saindo da igreja
  14. nova foto panorâmica da igreja com a despedida

Contei com fotografias a história do evento. Tem aí onde, quem e como.

Dá para fazer isso com qualquer evento: um churrasco, um dia na praia, um passeio, uma festa.

Sempre faça fotografia, não tire apenas fotos. Aproveite as facilidades do mundo digital e experimente.

Boas fotos!!!

Veja aqui também: Fotografia digital bem básica

Matrículas abertas para turmas de Maio!
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Produtos e Franquias
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Brazil, Amazon – River Trip to Parintins

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Above, the Amazon State Flag.

Well, first, how to get there? Once you are in Manaus, the capital of the state of Amazonas in Brazil, there are two ways to get to Parintins: by plane, about a 1 hour trip, or by the Amazon River, 18 hours to get there and 24 hours or more to get back.

Parintins has a great festival every year between June 28 and June 30. Fifty thousand people from all over the country and abroad come to participate. Apart from the Bull Festival, it is a nice place to visit year round. But, in case all you want is to experience the Amazon River, you may go to Itacoatiara, which is nearer to Manaus and less tiring to get to. You see, riverboat trips are slow and long.

Of course, adventurous, I chose the river trip to Parintins. The idea was to see more of the tropical rain forest and maybe animals, too. Also, to learn more about the “Amazonenses” of other smaller cities. “Amazonense” is the name given to people born in the state of Amazonas. Rivers are the major means of transportation in this region of Brazil. Most cities grow and develop on their banks.

Manaus Port – Black River.

At the boat docks in Manaus, cargo and passengers are readied for the trip. Usually these river vessels stay harbored in Manaus for a whole day because this is where all the people from the smaller cities scattered along the river ways of the mighty Amazon, its branches and tributaries, come to sell their goods, crops and fish. They in turn buy clothing, groceries, seeds, gas, fuel, building materials, etc. The riverboats take on an average of 170 passengers plus many tons of cargo.

On the boat, everyone brings a hammock. There are places for you to hang them and enjoy your trip in relative comfort. I could not really be at ease with mine at first. On the trip from Manaus to Parintins, I could hardly sleep. You see, it is not so easy to sleep in a hammock when you are not used to it. But on the way back I was so tired, I did sleep, at least for a couple of hours.

 Life stile

The first thing I did was to check what kind of hammock people used. Then in one of the many shops near the harbor, I bought mine, neither better nor worse. Next, I paid for my ticket and went on to choose a place for me to hang my hammock. Sounds simple, right? There’s not much to it, but if you happen to be late, most of the passengers will already be on board — a mass of people lying side-by-side and sometimes even on top of each other.

In the photo above, do you see the woman’s net? (Brazilians call hammocks nets.) It is beside two other nets. The people in the photo are not relatives or anything like that; they just got to know each other that very moment. Brazilians tend to talk at a closer distance than British or Americans do. They mean no disrespect or intrusion. It is simply our way.

  Cidade de Alenquer – Riverboat.

During the trip, three to four meals are served: dinner, morning breakfast, lunch and, if the boat is late, another meal before arrival. The food quality varies from boat to boat. Traveling to Parintins on the “Cidade de Alenquer” the food and its preparation was very good, on the way back I was not so fortunate… On the first day, before dinner, I was interested only in the rivers, the scenery and stuff like that. At the first meal, however, I got to learn more about the beautiful people from the states of Amazonas and Para.

The meals are served on a rather small table that fits 12 at a time. With 170 some people onboard, one table on the first deck and another one — the same size — on the second deck, so about 85 people per table, right? Now everybody is hungry, the boat is three hours late, the engine’s on: po, po, po, po, pop popt … I thought to myself, this is going to be a mess. I was wrong, very wrong. I fell in love with these calm, clean and peaceful people. Yes, very clean. During the trip, some of them took up to four showers. They’d go towel in one hand something to dress in the other, and when they returned they’d spend up to 30 minutes combing, brushing, voluptuous — incredible.

 People eating on the boat.

Note, when the Europeans arrived in Brazil they where amazed about the nudity and the bathing habits of the natives — well, it is still true. At least the bathing thing, sometimes both.

The bell rang and in an orderly way without much external control, they went to the table. There the food was set in medium-sized bowls and they served each other without hurry and in such a nice way. I took part in the second round. The bowls where refilled. I noticed then that no one was watching or comparing, getting more or less; they were at ease. You see, these are mostly very simple people. In general, they have a low level of education, low incomes and yet they have good manners, a very good heart and relate very well with each other.

Old woman ready for the trip.

Now night came. Soon, some of the hammocks were empty while others held more weight… Wow. Love on the boat was so simple. But what was funny was that you did not hear any sound at all. Before this, on the third deck, the top level of the boat, where there is a bar, the people danced, drank beer and socialized. But don’t take me wrong. This was good. Whole families, children, the elderly, they were all having a good time. Not everyone on board was there, of course. Some were down stairs sleeping or just relaxing. Later in deep silence, we all slept. Well most of us anyway. They are not uptight; they really feel free to enjoy themselves. Would that you were there, you’d feel respected all the time, no question.

The confluence of the rivers

The trip started in Manaus at the Black River. Thirty minutes later the confluence appeared — the Black River and the Solimoes River collide and give birth to the Amazon River. The Solimoes River is red with mud, the Black River, as the name suggests, has black waters, and the two do not mix for many kilometers. So on one side of the boat you have red water and on the other black — a real scene.

It is fantastic. The Amazon is large — in some places more than six kilometers wide. Going down the river to Parintins or Itacoatiara is faster because you are traveling in the middle with the current, which is strong. On the way back, the boats travel very near the banks, doodling up every curve, so you may add from 6 to 10 hours to your trip. Should the captain try to go up by the middle, the current is so strong there, the boat wouldn’t even move.

Sadly, I saw only one fish jump in the river and some birds. The Amazon is a highway for boats of all sizes going up and down. According to some of my fellow travelers, animals and even more birds can be seen on the branches and tributaries far from the main rivers because of the up and down movement of the boats.

 Technology is here. A young girl plays with her cell phone for the entire trip.

Itacoatiara Port

There are many cities on the riverbanks, like Itacoatiara. Once small, today Itacoatiara is a port through which wood and many other goods are exported to Europe, the U.S., Asia, etc. There is a road between Itacoatiara and Manaus. By river, it may take you eight to ten hours; by road, it may be only three. (So you may leave Manaus by boat in the morning, enjoy the trip, experience the river and later come back by taxi or bus.)

Itacoatiara Port

Itacoatiara Main St.

It all starts in Itacoatiara pretty much like any other small village, A church, a health center to serve the formers nearby, soon someone puts up a bar that also sells groceries and the city develops.

 Itacoatiara Main Street

Nowadays these places are not springing up without care. There are programs run by the Amazonas state government to help them develop with more planning. Sustainable development is the name of the game and is the key to preserving the rain forest and the people who live in it. Brazilians know that and are willing to fulfill the task — to take care of our share of the Amazon.

Nevertheless, I must admit there is a lot that needs to be done. I was all the time worried about a piece of plastic I had in my pocket. I thought ‘this must not go to the river, Carlos! Be careful with your garbage!’ In the early morning, I was on the top deck inhaling the pure air, enjoying the scenery, at ease. The night before, I had put my garbage in the right place. The trashcan, right? Well, all of a sudden to my surprise I see two garbage bags flouting past the boat. Did someone from the crew throw that in? I immediately went downstairs and saw the trash can with new bags. I was mad. So mad I decided it was not a good time to go speak to the crew. But I later wrote to the port authorities. They said that they teach and that there are regulations, but people are hard to change. The next photo is my view from the top deck. I did not have my camera when the bags passed by unfortunately…

My next trip, you can guess, right? Yes, go wild, experience the jungle!

The Amazon River is so amazing. I recommend you take a trip down to see it for yourself. Have fun!

Early morning on the upper deck of the boat.
On the upper deck of the boat, early morning.
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Tucano (do Bosque)

By Carlos Rix at Bosque, in Campinas, SP

Existem mais de 40 espécies de tucanos. O Tucano é famoso por ter um bico enorme, encanta crianças e adultos.

No Bosque, próximo ao Centro de Campinas, você pode encontrar o meu amiginho aí desta foto.  Ele parece gostar de ser modelo.

Quem busca fazer fotos de animais tem material farto aqui pertinho.

O Bosque é um local relativamente seguro e de fácil acesso.  Já fiz isso diversas vezes e não me canso, recomendo.

Na sua próxima saída fotográfica aqui na cidade, vá ao Bosque, depois manda o link para nós, ok?

http://www.flickr.com/photos/glowpics/sets/72157625698286358/

Pare, pense e click! Tirar fotos boas é fácil.

Muitas vezes perdemos fotos boas, de bons momentos, por que elas foram tiradas sem o mínimo cuidado.

Muita luz, pouca luz, os olhos das pessoas fechados, flash ou a falta dele, etc, etc.
Tudo isso é mais questão de atenção do que de qualquer outra coisa.
Qualquer um pode tirar fotos boas.

Uma boa fotografia é questão de momento e cuidado (atenção), muito mais de visão do que de qualidade, capacidade ou tamanho do seu equipamento fotográfico.

É preciso parar e pensar na hora de fazer uma foto.

A palavra é essa; pare de tirar fotos e passe a fazer fotos.  Tirar dá a impressão de coisa feita às pressas – de qualquer jeito. Fazer, por outro lado, dá a ideia de pegar diferentes partes e construir um todo – isso é fotografar!

Veja isso:

Foto =
Luz
Grafar = Escrever

                                    Fotografar = escrever com luz

Usamos luz para descrever um objeto, um local, uma pessoa, etc. O termo composição é usado em fotografia acertadamente. Você tem que compor (juntar) luz, OBJETO, fundo, … para que a foto apareça no final.

Sou amador, falo para amadores. Quero apenas passar algumas idéias de como podemos, com um pouquinho de cuidado, tirar fotos mais interessantes.


Conhecer sua câmera
ou celular com câmera é muito importante.

Se sua Câmera é digital você pode fazer experimentos – não vai ter custo – é só não imprimir, certo? Utilize cada tipo de função de sua máquina (celular ou câmera) para saber qual o resultado, verifique na tela do computador.

Veja que funções de Flash sua câmera tem. Na maioria das câmeras encontramos três tipos para escolher:

Posição sem flash – fotos sem flash (flash desligado),
Posição automática – flash automático
Posição forçada – flash forçado (faz a máquina disparar o flash mesmo “sem” necessidade).

Veja se tem como alterar a distância do OBJETO*.
Veja se tem função de ajuste para fotos em movimento.
Veja também se tem zoom e como se opera essa função.

*OBJETO = aquilo que você quer fotografar
  FUNDO = o que está atrás do objeto

Pronto, já dá para fazer muita coisa com esses conhecimentos.

 – Agora alguns detalhes mais tecnicos de fotografia, confira, é fácil!

Colocar em Foco na telinha da máquina

Pode ser interessante deslocar o OBJETO principal da foto para os lados e não fazer todas as fotos com o objeto principal no meio da foto. Experimente!

Veja o exemplo abaixo:

Digamos que aqui tem um grupo de pessoas e o foco é o Sr Caneta Preta, note os diferentes enquadramentos.

06252009344 06252009343 06252009342

Quando o OBJETO é grande…

Imagine um monumento grande, uma estátua. Queremos que uma pessoa saia na foto junto dele. O melhor modo de fazer isso é caminhar para longe do OBJETO maior até que ele fique bem ajustado na tela, com alguma folga. Depois peça para a pessoa se colocar a um metro e meio da distância de você. Então, faça novo enquadramento.

Olhe abaixo uma bricadeira para ilustrar isso. A garrafa é o monumento e o Sr Caneca é a pessoa, veja que diferença. Nas três fotos temos o monumento na mesma distancia e jogamos com o Sr Caneca, percebeu a diferênça?

06252009345 06252009346 06252009347

Sem Flash

Se você utilizar o flash muito perto do objeto pode deixar a foto toda clara de mais, e muito longe, escura. O flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, ou seja, não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o objeto está a 30 metros.

Depois coloco um exemplo aqui, ok?

Com Flash

Um ambiente sem ou mal iluminado não é o único lugar onde o flash é necessário, por exemplo, em uma foto contra-luz, ele pode ser usado como preenchimento.

Depois coloco um exemplo aqui, ok? 

Cuidado com o fundo

A escolha do que vai estar como fundo da foto é tão importante quanto a do que vem em primeiro plano.

Nossa caneca é preta,
ainda dá para ver a caneca,
mas um fundo claro seria muito melhor.Você tem que prestar atenção a isso também.
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Posição

Procure sempre que possivel estar na mesma altura do OBJETO na hora da foto.

Luz é tudo de bom!

Sempre que puder, aproveite a luz natural do sol. Coloque o sol atrás de você. A fonte de luz (sol, lampadas) à suas costas, o OBJETO sempre banhado por luz (bem iluminado). Isso faz muita diferênça.

Agora aproveite que sua câmera é digital e pratique, divirta-se!

Saiba aqui também o que é um roteiro fotográfico.

Matrículas abertas para turmas de Maio!
Matrículas abertas!

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