India – Falu Shah, o velho e o novo

faluA música indiana tem muitos aspectos interessantes, chama a atenção a capacidade que tem de ser moderna e ainda assim manter uma carga espiritual elevada, como se fora um mantra.

Desde de pequeno tudo que vem da India e das Arabias me chama muito a atenção. Sempre tive estas músicas no carro e sempre estudei um pouco. Do Árabe sei o alfabeto, alguns comprimentos e muitas palavras.

Aprender uma língua assim é um exercício delicioso para o cérebro, recomendo.  🙂

Abaixo uma composição com mais de 5 mil anos:

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Mete a colher sim, por favor!

Agressões de mulheres e o preconceito
por Belinha Salgado
(23/01/14 Editorial do Correio Popular).

A entrevista baseada no artigo está no final do texto original sitado abaixo:

“É preciso meter a colher!

Belinha Salgado
Belinha Salgado

Há muito tempo que a sociedade debate a violência contra as mulheres, e este drama em pleno século 21 ganhou contornos inexplicáveis e de difícil solução para todos que estão diretamente envolvidos na luta contra esse câncer que se propaga. São inúmeras análises e reflexões de psicólogos, assistentes sociais, educadores, médicos, advogados, organizações não governamentais especializadas no assunto, etc, que se dedicam com afinco ao tema e mesmo assim os crimes contra as mulheres aumentam, e ainda com requintes de crueldade. Este fato nos faz indagar: por quê?

Infelizmente, apesar da mulher já ter conquistado uma série de direitos (este ano o direito ao voto feminino no Brasil completa 82 anos), a mentalidade machista ainda permanece arraigada na sociedade, quando sustenta mitos que contribuem, ou melhor, validam a violência contra as mulheres: “O amor é cego”, “bate que eu gamo”, “entre marido e mulher, não metas a colher”, “o amor não tem lei”, “no amor e na guerra vale tudo”, etc, permanecem no inconsciente coletivo e fazem a festa. E assim caminha a humanidade, perpetuando estes mitos que somente vão na contra mão da civilidade.

De todos, para mim, o mais pernicioso é o mito “entre marido e mulher, não metas a colher”. Quantas vezes assistimos calados brigas de casais, ou até mesmo de pais e filhos, amigos, e deixamos passar, não nos “intrometemos”, achando que isso é um problema particular. Está na hora de acordarmos, pois os dados e as estatísticas comprovam que a violência, assim como a drogadição tornaram-se problemas de saúde pública, verdadeiras epidemias sociais. Por isso devemos “meter a colher sim”, nos posicionar, dar nossa opinião quando muitas vezes ao nosso lado alguém sofre qualquer tipo de violência psicológica, física, moral, sexual, etc.

E quem abusa? Não existe um perfil típico, mas algumas características podem ajudar as mulheres e também as crianças a se manterem bem longe deste que atormenta e ceifa a autoestima e muitas vezes a vida de suas vítimas: em público podem até parecer amigáveis, mas já na esfera privada são verdadeiros tiranos. Todos, sem exceção possuem baixa autoestima, muitos são adeptos da arma de fogo (fazer justiça com as próprias mãos) e consumidores de álcool, ou “otras coisitas más”. São muito meticulosos, cuidadosos e tentam esconder suas personalidades frias, distantes, sociopatas. Por fim, culpam suas vítimas pelo ocorrido: “vc só está tendo isso porque não se comportou bem”.

Ainda há outra questão. O fato de que tantos homens se sentem no direito de expressar sua raiva, sendo violento com suas mulheres (a maioria das mulheres assassinadas no Brasil em 2013 foram mortas por seus companheiros ou ex-parceiros), demonstra que este comportamento foi aprendido em casa e está enraizado em nossa sociedade. Por isso, é uma questão de educação e valores.

E quem são as vítimas? Estamos aqui falando de agressões às mulheres, mas qualquer pessoa pode ser vítima! As vítimas podem ser de qualquer idade, sexo, raça, cultura, religião, educação, emprego ou estado civil. E a violência tem um ciclo. O primeiro momento é de tensão, onde quem abusa fica irritado e a comunicação e a tensão vai aumentando e o abuso pode iniciar-se; depois vem a explosão da violência, aqui o abusador parte para o ato de agressão e por fim, a Lua-de-mel: o abusador pede desculpas, faz promessas, culpa a vitima por ser causa do abuso e tenta desvalorizar a situação.

Enfim, acredito que a solução para esta situação calamitosa passa sim pelo rigor das leis, pela punição, mas principalmente pela educação de nossas crianças, pois não estamos matando a mulher do outro: são nossas mães, nossas irmãs, nossas companheiras, nossas amigas, que estão sendo mortas de forma cruel. Enfim, enquanto não houver uma mudança nesta mentalidade do “deixa disso” que ainda impera na sociedade, este mal da violência que nos assola todos os dias não terá fim. ”

– Belinha, qual foi sua fonte de dados?  Você menciona ciclo de violência o que é isso exatamente? Qual é o melhor modo de ajudar (meter a colher)? Quem pode denunciar? Como é melhor fazer isso? Onde buscar socorro?

– Olá Bom dia!

Carlos Rix, Primeiramente gostaria de agradecer esta oportunidade de falar no seu blog de um tema que há muito me interessa.

família Sou historiadora, especialista em arquivos e história da educação brasileira. Nos últimos anos tenho pesquisado muito sobre violência e drogadição, e o tema da violência contra as mulheres sempre me fascina.

Como Educadora, acredito que a violência se aprende e por isso temos que rever nossa educação, todos, escola sociedade e governo. Não é um problema privado somente das famílias, é nosso modelo de sociedade que adoeceu e “ensina” a violência.

Minhas fontes de dados são anos de leitura e artigos que mostram cotidianamente a violência contra as mulheres, os jovens, as crianças, etc. E o aumento dos crimes (e com requintes de crueldade), lotam as páginas dos jornais. Consultei para este artigo especificamente o site http://www.spm.gov.br, da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres. No Balanço Semestral do Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher (http://www.spm.gov.br/publicacoes-teste/publicacoes/2012/balanco-semestral-ligue-180-2012), pode-se ler que as ocorrências de agressões físicas realizadas por companheiros aumentaram em 13% de 2011 para 2012; mais de 50% dos relatos são de risco de morte; filhos e filhos presenciam a violência em 65% dos casos, etc.

No que se refere ao ciclo de violência, como já explicado em meu artigo, as pessoas que sofrem agressão podem perceber desde  a 1° fase deste ciclo, que podem buscar ajuda, não “pagando pra ver”, porque com certeza, quem agride, insulta, humilha, um dia bate, ou faz coisa pior. Pra que deixar chegar nessa lamentável situação?

– Acordem mulheres!

Peçam socorro assim que perceberem alterações no seu companheiro, de atitude, na fala, nos sentimentos.

O problema é que a mulher demora pra perceber (e aceitar) que o amor acabou e acredita que vai conseguir resgatar “o seu homem”…não vai. Ele só vai piorar. Quer ler mais sobre Ciclo de Violência? Consulte:

http://www.campinas.sp.gov.br/sa/impressos/adm/FO736.pdf; http://www.pmpf.rs.gov.br/servicos/geral/files/portal/saber_violencia.pdf.

– Com certeza a melhor forma de ajudar é DENUNCIAR.

Para isso aqui em Campinas/SP você pode contar com  a Delegacia de Defesa da Mulher, na Av. Governador Pedro de Toledo, n° 1161, telefones: (19) 3242-5003 e 3242-7762.  Veja ainda outros locais onde as mulheres podem buscar acolhimento e orientação, antes de denunciar: http://www.campinas.sp.gov.br/sa/impressos/adm/FO736.pdf

– Bom dia pra vocês mulheres!

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apoio cultural

Companhia Sarau – Campinas

Bebeto von Buettner, piano solo, no Sarau, Sexta, 27/09, 20h30

Nesta próxima Sexta-feira, dia 27 de Setembro, às 20h30, teremos um sarau muito especial com o pianista, arranjador e compositor Bebeto von Buettner.

O artista tem uma longa e consistente carreira, havendo tocado, entre outros, com Alayde Costa, Johnny Alf, Chico Buarque, …
Tem livros publicados na área da Música e criou e integrou diversos grupos ao longo da carreira.

O excelente músico apresentará, no palco do sarau, um repertório que inclui composições próprias e obras de Tom Jobim e Dori Caymmi, entre outras,

Vale destacar que Bebeto apresentará na íntegra, pela primeira vez, sua versão para piano solo da obra-prima de Dorival Caymmi, a “Suíte dos pescadores”.

Ë uma obra à qual o artista dedicou o melhor de seu talento e musicalidade.
Este recital será, portanto, uma oportunidade para apreciar o que há de melhor no cenário musical de nossa cidade.

Os Ingressos tem preços de R$ 15,00 (vales-ingressos antecipados) e R$ 20,00 (Na hora e Reservas).

Os ingressos antecipados (já disponíveis) podem ser adquiridos nos seguintes pontos de venda:
Banca Central – Barão Geraldo e Livraria Iluminações (R. José Paulino, 1474 – Centro).

As reservas podem ser feitas até a Quarta-feira, 25/09, através do endereço: tucunius.
Tenha em conta que:
1. Por favor, re-envie com o texto “Reservas” na linha de Assunto, para que eu localize com mais facilidade a mensagem;
2. Você deve chegar com Meia Hora de Antecedência para retirar seu ingresso, caso contrário sua Reserva será anulada;
3. Costumo reservar, para cada pessoa, dois lugares, salvo casos excepcionais;
4. Você pagará o preço de R$ 20,00 pelo ingresso.

O espetáculo terá um ato apenas, de maneira que o Barzinho não irá funcionar.

A Companhia Sarau fica na R. José Martins, 1899,
V. Sta. Izabel – Barão Geraldo, Campinas.

Não perca esta oportunidade de vir com os amigos desfrutar de música de primeira.
                                                                                                                                                  by Tucun.

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CRAMI – 28 anos de luz, braços fortes e abertos

Reunidos em Campinas cidadãos, autoridades da cidade, diretoria atual e nova diretoria que tomou posse no mmesmo evento celebram o vigésimo oitavo ano de existência da entidade. Momento alegre pelo trabalho realizado até aqui e a sua continuidade cada vez mais forte baseada no
reconhecimento cada vez maior.

O CRAMI foi fundado em 1985, por um grupo constituído de diferentes profissionais pertencentes à Pontifícia Universidade Católica de Campinas, integrados a representantes de setores da comunidade: membros da OAB-Campinas, curadoria e Juizado de Menores, Instituto Médico Legal e outros.

A entidade não governamental e sem fins lucrativos atua na atenção e proteção de crianças e adolescentes (0-18) vítimas de violência doméstica (física, sexual, psicológica e negligência) e seus familiares através de acompanhamento psicossocial.

A seguir entrevista com o presidente reeleito:

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Espaço político não fica vazio

Democracia é um exercício.

O povo sabe votar sim, está aprendendo cada vez mais, não tem assim memória tão fraca quanto querem que acreditemos. Mas então, você se pergunta, e com todo direito, como é que certas figuras estão sempre lá? Bom, um dos responsáveis é o Voto Proporcional.

Você não votou no cara que fez aquele escândalo, que roubou, de modo algum! Mas votou na legenda ou coligação dele. Você votou no seu vizinho. Você o conhece, sabe que é um cara inteligente e que pode ser um bom representante. Infelizmente ele não se elege… aí o voto nele vai somar no partido ou na coligação para a entrada do mais votado, que é o tal que você não pode nem ver na frente. É assim que o seu voto conta e dito cujo se elege.

Uma verdadeira sinuca de bico para o eleitor. As vezes tentando fugir disto acabamos fazendo o chamado Voto Útil, que é o votar nos que parecem ter mais chances. Isso também não resolve. Não adianta e podemos acabar reféns dos institutos de pesquisa.

A melhor saída, mesmo que isso deixe nosso vizinho triste por lhe negarmos o voto, é votar no partido. Você pode votar na pessoa, mas tem que levar em conta o partido também e ver quem são os outros na mesma legenda.

Nossa obrigação social é colocar lá um time cada vez melhor, que represente nossos ideais, nossos anseios em relação ao governo.

Não existe espaço político vazio!

Note que eu disse acima “..um dos responsáveis…” tem outro, tem sim, é o nosso comodismo. Esse comodismo ora se revela em votarmos sempre em um mesmo candidato sem pensar muito e ora em que não assumimos nenhum compromisso com o processo: não participamos.

Quem é bom… não se mete em política, certo? Errado, quem é bom participa. Se nós não nos manifestarmos nem, pelo menos, por meio do voto e não elegermos os nossos ideais e candidatos, outros o farão. Vai sempre existir Governo e teremos que nos submeter a ele. Esse é o tamanho da importância da nossa participação e do voto. (Que tal, prepare seu filho/a para ser o próximo/a presidente?!)

Voto Proporcional
Para saber o número de assentos de um partido na Câmara, primeiro é preciso calcular o quociente eleitoral, dividindo-se, para isso, o número de votos válidos apurados pelo de candidatos á Câmara. Segundo o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), estão fora da disputa os partidos que não tiverem alcançado o número de votos igual ou superior ao quociente eleitoral. Os partidos que continuarem na disputa necessitam determinar quantos lugares cada um terá direito a ocupar. Esse é o quociente partidário: calculado dividindo-se o número de votos válidos da legenda pelo quociente eleitoral do município. Os eleitos são aqueles que obtiverem o maior número de votos dentro do partido, até o número de vagas a que a legenda tem direito. As vagas restantes são destinadas aos partidos com as maiores sobras de voto. Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Especiais/possesenadores2011/noticias/entenda-o-que-e-voto-proporcional-e-suas-alternativas.aspx

Depois disto posto, quer mais ação e menos bla bla bla? Conheça AVAAZ.ORG participe!

Votei num elegi outro, como foi isso?

Links:

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Purificadores Purific, o melhor custo benefício. Água tratada na sua pia, deliciosa, leve para beber.
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Música boa, músicos bons, eu sirvo

Tem gente, acredite, que acha que um bom vendedor é aquele cara capaz de vender areia para beduíno, engano. Quem vende gelo para esquimó, areia para beduíno, é salafrário! Bem diferente.

Vendedor de verdade é uma pessoa que gosta de servir, gosta de gente, gosta de falar e compartilhar coisas boas. Está sempre servindo, de vez em quando tem custo, só isso.
Bom eu gosto de servir, para servir bem tenho que provar, se gosto do que degusto, então posso vender – servir.
Aqui agora um serviço musical, sirvo amigos. Se gostar… me liga, me escreve, que os entrego para seu entretenimento, festa, festival, etc, ok?

Veja os Playlists:

 

 

Contato:
13 9665-5151

CRAMI – Luz e Esperança em Campinas

Manhã de inverno em Campinas interior de São Paulo – um dia ensolarado. Uma cidade grande, maravilhosa e que a pouco passou por momentos muito difíceis na administração. Prefeito cassado, secretários e executivos das empresas municipais envolvidos em esquemas escusos. Quando o erário é lesado toda a população sofre, os mais humildes mais ainda.

Tudo está voltando ao normal. Em meio a tudo isso há luzes, esperança.

Prefeito
Pedro Serafim (prefeito atual), Fábio Pagani e Dines Schaffer

Mas o que interessa: Grande exemplo de luz é o CRAMI (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância).

Hoje mais de trezentas pessoas se reuniram nesta cidade para comer uma feijoada beneficente justamente para dar suporte ao trabalho da entidade: amparar crianças vítimas de violência.

Alegria excelente comida, diversão e uma boa causa, CRAMI.

Importante mencionar também outra luz, o governo local, que continua apoiando em grande medida o trabalho do CRAMI – felizmente esse apoio nunca sessou – isso é digno de nota.

A entidade não governamental e sem fins lucrativos atua na atenção e proteção de crianças e adolescentes (0-18) vítimas de violência doméstica (física, sexual, psicológica e negligência) e seus familiares através de acompanhamento psicossocial.

O CRAMI foi fundado em 1985, por um grupo constituído de diferentes profissionais pertencentes à Pontifícia Universidade Católica de Campinas, integrados a representantes de setores da comunidade: membros da OAB-Campinas, curadoria e Juizado de Menores, Instituto Médico Legal e outros.

Dines Schaffer, atual presidente do CRAMI sorteia prêmios para os convidados

Esse exemplo precisamos seguir, aplaudir e cultivar. Neste dia de festa o que se celebra e se reconhece é mais do que o trabalho realizado, são as vidas salvas, os sonhos preservados e a esperança reconquistada… sobre a possibilidade da origem de ciclos virtuosos onde tudo começa, no seio da família.

Vários políticos de Campinas estiveram presentes, entre eles contamos com a presença ilustre do Senador por São Paulo, Eduardo Suplicy. O Senador nos brindou com um número musical, Blowin’ In The Wind de Bob Dylan.

Senador Eduardo Suplicy

Parabéns a todos os que fazem CRAMI possível. Tomara que todos os presentes estejam agora mais inspirados.

Feijoada do CRAMI

 

 

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