Photography Voices

Rajen Nair has a compelling story. As a photographer he has a peculiar way to look at things. In the following interview you will have a unique chance to see how the artistic aspect of his photografy work has brougth him to turn a down gray aspect of his own life experience into an opportunity to creat something beautifull. He’s opened a new world of communication to deaf young people.

Why a photo project with the deaf young people? In 2000 I lost complete hearing in my right ear after an ear surgery failure and to add to my problem I subsequently got tinnitus, which is a non -stop ringing in ears and has no medical cure. Due to my struggle in hearing I had to wind up my business and had to fall back on my writing to make a living. I felt that I will write about travelogue stories and thought of learning photography. I did a diploma in Photography and also Journalism. Than I began sharing my photos on social networking such a Facebook, Twitter and linkedin.  I got a break to write for Guardian UK which was heaven sent. I became their contributor and of other websites as well.  But it was my photo-essays that attracted lot of attention especially from well-wishers from overseas. I never showed any interest or inclination towards photography during my youth. It was the circumstance that made me a photographer. I call myself a photographer by default. My loss of hearing is connected with my becoming a photographer and perhaps helping me click good photos. This is when I decided that I should pass on this skill of photography to deaf community who will benefit like I did. I believe when one loses any one’s sense or organ, nature or God compensates it with other senses. A deaf person relies more on his eyes to communicate and photography is all about eye co-ordination. This is how I stepped in to the world of deaf. I began teaching photography in a deaf school by taking classes on weekends that was five years back.

How many young people took part? When I was teaching in deaf school I had about 30 to 40 deaf students attending photo learning classes. It was totally a volunteer effort. I continued teaching for three hours travelling one and half hours from home to school, carrying a load of cameras.  I took up new assignment covering news visually for TV channels and found it difficult to find time for my deaf students. I stopped going to school. Meanwhile I had created an online group known as Deaf Photography where deaf can show their creative skills by sharing photos. Most of my deaf students are part of the deaf photography. After I left the school we began missing each other.  My students wanted me to continue teaching them photography, than we decided we will meet on outdoor photography once or twice a month. This has been going on from past two years. At any given time when we go on outdoor photography I will have 15-20 students. Besides deaf I conducted photo workshop for autistic children, dharavi slum children and am involved with caner children having tie up with leading cancer hospital Tata Memorial Hospital, Mumbai

What was it like to teach them? Do you think their composition skills are different in any way? I love to be in the company of children esp disabled and cancer children One of the main barrier I faced with deaf was communications. Initially I had one my student as interpreter but now I know a bit of sign language and am at ease teaching deaf. I do get touch much on technical aspect of photography except teaching them the basic dwelling more on framing and composition. It is very tough teaching deaf, communicating with them, keeping them focus, arranging an outdoor trip and above all financing the trip. It is self-financing project of mine with a mission that I make them photographer so that in future they make a living by becoming a wedding or fashion photographer.

What are they doing now? (did the project open opportunities for them) They are still young and yet to complete their studies. Once they come out of college they might become professional photographers. I am always there to help them become a professional

What lesson do we learn ? After stepping to the world of disabled such as deaf, autistic children, slums and cancer children I am at peace with myself. It is my mission to impart the photography skills to disabled and cancer children. The biggest challenge is how to raise funds to finance my project. One of the options is to start an NGO. I believe that vocational course such photography will go a long way in bringing out creativity of these disabled and cancer children and also as career option too for them in future to work as professional photographer.

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Posse Responsável de Cães e Gatos

Sou apaixonado por animais. Prefiro animais selvagens e soltos, adoro admira-los, sempre que possível. Também visito zoológicos sempre que posso, melhor que nada. Os zoológicos acabaram virando importantes aliados na preservação de algumas espécies. Gosto de cães e gatos também, não tenho nenhum no momentos pois não tenho como cuidar como se deve. Quem tem animais em casa precisa saber no mínimo o seguinte:

"Os 10 Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos

1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 15 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem ficará cuidando do animal nas férias ou durante feriados prolongados.

2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida: tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4. Mantenha o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira, guia e conduzido por quem possa conter o animal.

5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o periodicamente.

6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê-lhe atenção, carinho e ambiente adequado.

7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8. Ao passear, recolha e jogue os dejetos em local apropriado.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local.

10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e as fêmeas.A castração previne doenças, garante o bem-estar dos animais e é a única medida definitiva no controle das populações de cães e gatos."

​ Criado por : Arca Brasil

"O conceito de Posse Responsável reflete a percepção pelo dono de cães e gatos de estimação, da total dependência física e afetiva desses animais. Cuidar de cães e gatos significa assumir total responsabilidade por toda e qualquer atitude desses animais, mantendo-os em perfeitas condições de saúde, cuidados e afeto. Essa convivência entre homens e animais só vale a pena enquanto harmônica e prazerosa. O dono responsável, portanto, deve criar seus animais em perfeitas condições de saúde e contenção, de tal forma que não sejam causa de qualquer espécie de constrangimento ou risco a todos de seu convívio social. Por isso, deve ater-se aos pontos abaixo.

Escolha do animal, cão ou gato?
Os cães vivem de 12 a 15 anos em média, e os gatos podem viver até 18 anos. Ambos necessitam de cuidados até o fim da vida.

Cuidados Básicos
Alimentação, higiene, vacinação, esterilização/castração, registro geral animal (RGA) para cães e gatos é fundamental e obrigatório por lei em alguns locais como, por exemplo, na cidade de São Paulo (Lei Municipal 13.131/2001).

O que diz a Lei Federal
Lei Federal 9605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) – Artigo 32."Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. A pena é detenção de 3 meses a 1 ano e também pagamento de multa. A pena é aumentada de 1 sexto a 1 terço, se ocorrer a morte de animal”.

A convivência com animais de estimação
A convivência com animais de estimação proporciona inúmeros benefícios para o desenvolvimento das emoções, melhora a habilidade de comunicação, promove o sentido de responsabilidade, estimula o sentimento de humanidade e pode ajudar a superar a solidão. ​" por Premiatta Alimentos

​Cuidado, cães e gatos (e outro pets)
se não recebem os cuidados adequad ​o​
s podem tornar-se​ ​
fo​nte
de doenças contagiosas que podem afetar a nossa família ​!
​ ​
Raiva​,
Toxoplasmose ​,
Toxocaríase​,
Tinha ​,
Doença de Lyme​,
Leishmaniose ​.
Ornitose​, S
almonelose ​ entre outras são doenças transmitidas por contato. Para evitar contágios seu contato tem que ter limites, desculpe, tipo assim, seu gatinho não deve dormir na sua cama, seu cachorro não deve comer no seu prato, etc, etc. É só ter bom senso.

Mete a colher sim, por favor!

Agressões de mulheres e o preconceito
por Belinha Salgado
(23/01/14 Editorial do Correio Popular).

A entrevista baseada no artigo está no final do texto original sitado abaixo:

“É preciso meter a colher!

Belinha Salgado
Belinha Salgado

Há muito tempo que a sociedade debate a violência contra as mulheres, e este drama em pleno século 21 ganhou contornos inexplicáveis e de difícil solução para todos que estão diretamente envolvidos na luta contra esse câncer que se propaga. São inúmeras análises e reflexões de psicólogos, assistentes sociais, educadores, médicos, advogados, organizações não governamentais especializadas no assunto, etc, que se dedicam com afinco ao tema e mesmo assim os crimes contra as mulheres aumentam, e ainda com requintes de crueldade. Este fato nos faz indagar: por quê?

Infelizmente, apesar da mulher já ter conquistado uma série de direitos (este ano o direito ao voto feminino no Brasil completa 82 anos), a mentalidade machista ainda permanece arraigada na sociedade, quando sustenta mitos que contribuem, ou melhor, validam a violência contra as mulheres: “O amor é cego”, “bate que eu gamo”, “entre marido e mulher, não metas a colher”, “o amor não tem lei”, “no amor e na guerra vale tudo”, etc, permanecem no inconsciente coletivo e fazem a festa. E assim caminha a humanidade, perpetuando estes mitos que somente vão na contra mão da civilidade.

De todos, para mim, o mais pernicioso é o mito “entre marido e mulher, não metas a colher”. Quantas vezes assistimos calados brigas de casais, ou até mesmo de pais e filhos, amigos, e deixamos passar, não nos “intrometemos”, achando que isso é um problema particular. Está na hora de acordarmos, pois os dados e as estatísticas comprovam que a violência, assim como a drogadição tornaram-se problemas de saúde pública, verdadeiras epidemias sociais. Por isso devemos “meter a colher sim”, nos posicionar, dar nossa opinião quando muitas vezes ao nosso lado alguém sofre qualquer tipo de violência psicológica, física, moral, sexual, etc.

E quem abusa? Não existe um perfil típico, mas algumas características podem ajudar as mulheres e também as crianças a se manterem bem longe deste que atormenta e ceifa a autoestima e muitas vezes a vida de suas vítimas: em público podem até parecer amigáveis, mas já na esfera privada são verdadeiros tiranos. Todos, sem exceção possuem baixa autoestima, muitos são adeptos da arma de fogo (fazer justiça com as próprias mãos) e consumidores de álcool, ou “otras coisitas más”. São muito meticulosos, cuidadosos e tentam esconder suas personalidades frias, distantes, sociopatas. Por fim, culpam suas vítimas pelo ocorrido: “vc só está tendo isso porque não se comportou bem”.

Ainda há outra questão. O fato de que tantos homens se sentem no direito de expressar sua raiva, sendo violento com suas mulheres (a maioria das mulheres assassinadas no Brasil em 2013 foram mortas por seus companheiros ou ex-parceiros), demonstra que este comportamento foi aprendido em casa e está enraizado em nossa sociedade. Por isso, é uma questão de educação e valores.

E quem são as vítimas? Estamos aqui falando de agressões às mulheres, mas qualquer pessoa pode ser vítima! As vítimas podem ser de qualquer idade, sexo, raça, cultura, religião, educação, emprego ou estado civil. E a violência tem um ciclo. O primeiro momento é de tensão, onde quem abusa fica irritado e a comunicação e a tensão vai aumentando e o abuso pode iniciar-se; depois vem a explosão da violência, aqui o abusador parte para o ato de agressão e por fim, a Lua-de-mel: o abusador pede desculpas, faz promessas, culpa a vitima por ser causa do abuso e tenta desvalorizar a situação.

Enfim, acredito que a solução para esta situação calamitosa passa sim pelo rigor das leis, pela punição, mas principalmente pela educação de nossas crianças, pois não estamos matando a mulher do outro: são nossas mães, nossas irmãs, nossas companheiras, nossas amigas, que estão sendo mortas de forma cruel. Enfim, enquanto não houver uma mudança nesta mentalidade do “deixa disso” que ainda impera na sociedade, este mal da violência que nos assola todos os dias não terá fim. ”

– Belinha, qual foi sua fonte de dados?  Você menciona ciclo de violência o que é isso exatamente? Qual é o melhor modo de ajudar (meter a colher)? Quem pode denunciar? Como é melhor fazer isso? Onde buscar socorro?

– Olá Bom dia!

Carlos Rix, Primeiramente gostaria de agradecer esta oportunidade de falar no seu blog de um tema que há muito me interessa.

família Sou historiadora, especialista em arquivos e história da educação brasileira. Nos últimos anos tenho pesquisado muito sobre violência e drogadição, e o tema da violência contra as mulheres sempre me fascina.

Como Educadora, acredito que a violência se aprende e por isso temos que rever nossa educação, todos, escola sociedade e governo. Não é um problema privado somente das famílias, é nosso modelo de sociedade que adoeceu e “ensina” a violência.

Minhas fontes de dados são anos de leitura e artigos que mostram cotidianamente a violência contra as mulheres, os jovens, as crianças, etc. E o aumento dos crimes (e com requintes de crueldade), lotam as páginas dos jornais. Consultei para este artigo especificamente o site http://www.spm.gov.br, da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres. No Balanço Semestral do Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher (http://www.spm.gov.br/publicacoes-teste/publicacoes/2012/balanco-semestral-ligue-180-2012), pode-se ler que as ocorrências de agressões físicas realizadas por companheiros aumentaram em 13% de 2011 para 2012; mais de 50% dos relatos são de risco de morte; filhos e filhos presenciam a violência em 65% dos casos, etc.

No que se refere ao ciclo de violência, como já explicado em meu artigo, as pessoas que sofrem agressão podem perceber desde  a 1° fase deste ciclo, que podem buscar ajuda, não “pagando pra ver”, porque com certeza, quem agride, insulta, humilha, um dia bate, ou faz coisa pior. Pra que deixar chegar nessa lamentável situação?

– Acordem mulheres!

Peçam socorro assim que perceberem alterações no seu companheiro, de atitude, na fala, nos sentimentos.

O problema é que a mulher demora pra perceber (e aceitar) que o amor acabou e acredita que vai conseguir resgatar “o seu homem”…não vai. Ele só vai piorar. Quer ler mais sobre Ciclo de Violência? Consulte:

http://www.campinas.sp.gov.br/sa/impressos/adm/FO736.pdf; http://www.pmpf.rs.gov.br/servicos/geral/files/portal/saber_violencia.pdf.

– Com certeza a melhor forma de ajudar é DENUNCIAR.

Para isso aqui em Campinas/SP você pode contar com  a Delegacia de Defesa da Mulher, na Av. Governador Pedro de Toledo, n° 1161, telefones: (19) 3242-5003 e 3242-7762.  Veja ainda outros locais onde as mulheres podem buscar acolhimento e orientação, antes de denunciar: http://www.campinas.sp.gov.br/sa/impressos/adm/FO736.pdf

– Bom dia pra vocês mulheres!

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apoio cultural

Comprar no Guarujá na temporada

Como comprar produtos de qualidade com preço razoável e tranquilidade no Guarujá (SP)? Fora da temporada essa é uma tarefa muito fácil. Mas chega o verão, as festas de final de ano, a temporada e aí “a porca torce o rabo”. A rotina para os turistas é de muitas filas, para o pão, fila da carne, dos frios, das verduras, fila de tudo – é uma loucura.

Bom, estas dicas não são muito secretas, basta pensar um pouco. Onde estão as pessoas que moram na ilha? Onde vivem a maioria delas? A resposta está aí. Por exemplo, a caminho da balsa saindo do centro do seu lado direito tem um bairro enorme chamado Sto. Antonio (Jd Primavera), alí – na Alameda das Palmas – tem mercado local e às sextas-feiras uma feira livre.

compre local

dsc 0542
Sem filas…  🙂

Os_preços são bons, não tem filas, você encontra de tudo.

A feira livre, que começa cedinho e vai até as 14 horas, é muito boa. Além de não ter filas… tem produtos de muito boa qualidade – fiquei impressionado:

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Repare na alface na mesa de 4 lugares lá em casa, gigante. Paguei dois reais, no centro estava mais de três e era um alfacezinho mirrado… Saia do lugar comum, compre em locais diferentes, compre local.

Boa praia!!!

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How to make money at Yahoo

People who like to write like to write, it is that simple. Maybe you think to yourself what you have to say is not really important, won’t make a difference or something like that. That is not true.

I totally encourage you to go there and start sharing your ideas, impressions and views. The world is a sea of souls each of them in a different pass, timing and development level.

So my friend, there is always someone who needs to drink from your spring of experience at one point or another. The key is to be true to yourself. Speak of what you like and believe. Share real experiences, impressions, ideas and thoughts. Someone out there will benefit.

dsc02116See, i.e., you go on a trip to the Amazon and as you go you share your impressions, likes and dislikes.  Lets say,  your own small little guide.  It is something simple, but might be very useful to the next traveller that path.

In the other hand you are text by text building content (text, video, picture, etc). The more you post the more money you will make out of your published content.

I have decided to have some material published every week. It may seem too little but in a year it will amount to at least 52 titles. In 5 years it will be a minimum of 260.

The more you write, film or take pictures the better you do it. Experience will make it easier and faster too. Think, if one starts at the age of 30 he or she could own more 500 pieces by the time of retirement – very nice extra $$$.

My perspective is simple: if you like to write, to film, to take pictures, to share, to make friends in such environment as the web and if later this activities starts to pay off… great, right?

YCN pays. Hands on work I am eager to read from you here too!

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New input: You see this works for blogging too. This here is a blog, and look below, I put in it my own different bunisses as adds. It pays off. Try!

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DIHLlaranja

Chegar a Guarujá com Segurança

Chegar ao Guarujá é muito simples…  se você está em São Paulo pegue a Imigrantes, depois a Cônego Domênico Rangoni (Piaçaguera) e pronto.  Bom, isso foi antes do apagão dos transportes e rodoviário que estamos vivendo.

Agora, essa viagem de  menos 100 km, pode levar muitas horas.  Se você der azar e ficar preso – por exemplo – em Cubatão ou na serrinha, por conta do excesso de caminhões ou um acidente mínimo.

O QUE FAZER?

Seu principal aliado é sem dúvida o telefone de informações da operadora Ecovias 0800 19 78 78. Ligue e saiba, ainda no Planalto, por onde é melhor descer. Antes do final da serra ligue outra vez e veja se é melhor ir pela Cônego ou por Santos (Balsa).

Outros aliados bons são os letreiros luminosos. Diminua a velocidade e os leia com atenção, isso pode salvar o dia.

O SITE : http://www.ecovias.com.br/

É um portal completo com muita informação, planejar sua viagem leva bem pouco tempo, vale cada segundo:

Veja abaixo o resultado da minha pesquisa – quantas informações interessantes:

Beleza, não? Muito bom mesmo, mas não deixe de anotar no celular o fone da Ecovias e de ficar ligado na sinalização.

Para ver a travessia na balsa: http://www.dersa.sp.gov.br/travessias/cameras_aovivo.asp

Boa viagem e boa praia!!!

Visite o site dos nossos patrocinadores:

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SENAI ARI TORRES

Internet reúne amigos de longa data.

SENAI ARI TORRES - formatura da turma de 1977/1978
Formatura da turma de 1977/1978

Em foco nesta foto, bem no centro, os senhores Felix Schlögel (fazendo positivo) e ao lado dele, com uma camisa no mínimo engraçada, Carlos Rix – ambos com seus 16 para 17 anos de idade.

É mole?!
Olha aqui abaixo os caras hoje…

(Os dois segurando a barriguinha para sair melhor na foto, com certeza.) 😮)

050720091007
Monte Alegre do Sul / SP – 05/07/2009

Veja mais em https://carlosrix.wordpress.com/2011/03/11/do-fundo-do-bau/

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