Porto de Santos – Barca bate em “navio”

DSC_0002Barca que faz o trajeto Vicente de Carvalho no Guarujá ao Centro de Santos bateu em um navio. A foto ao lado mostra a embarcação atracada em Vicente de Carvalho e variada, o zoom abaixo mostra parte da avaria.

De acordo com dona Lurdes, que estava na barca no momento do impacto, foi um estrondo, alguma pessoas desmaiaram, “muita gente passou mal”, disse.

Ela não soube informar se houve feridos e se foram para algum pronto socorro. Mais tarde soube que o acidente foi com a draga, que não deixa de ser uma embarcação tão grande quanto.

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Novas Barcas – Bonitinhas, mas…

​As novas barcas para a travessia entre Vicente de Carvalho em Guarujá e o Centro de Santos ficaram bonitas por fora, por dentro têm um probleminha. Elas  já estão em operação a bastante tempo. Ficaram bem confortáveis: ar, assentos macios, espaço, portas… tudo bom até aí. Infelizmente quem projetou a embarcação não sabe nada de turismo ou não levou em conta a estatura média dos brasileiros.

O Porto de Santos, esse trajeto em especial, é em si um ponto turístico interessante. Poderia ser explorado. Infelizmente quem está sentado na barca dificilmente vai poder aproveitar o passeio. Basta comparar a disposição das poltronas em um ônibus de viagem com as do barco para notar o erro grotesco.

O fato é que as janelinhas, janelinha mesmo, estão dispostas acima da linha das poltronas. O sujeito tem que se espichar para olhar para fora e quem está em pé tem que se inclinar abaixando. Me lembra o Macaco Simão com a coisa das piadas prontas, veja, as fotos (de arquivo) que atestam tudo:

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Quanto ao acidente, parece que tudo não passou de um grande susto. Ainda bem, quem sabe sirva para chamar a atenção do governo para falhas no projeto que não são tão evidentes para leigos como as que citei e demonstrei acima.

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Seja ecológico, diga adeus as garrafinhas!
Seja ecológico, diga adeus as garrafinhas!
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Photography Voices

Rajen Nair has a compelling story. As a photographer he has a peculiar way to look at things. In the following interview you will have a unique chance to see how the artistic aspect of his photografy work has brougth him to turn a down gray aspect of his own life experience into an opportunity to creat something beautifull. He’s opened a new world of communication to deaf young people.

Why a photo project with the deaf young people? In 2000 I lost complete hearing in my right ear after an ear surgery failure and to add to my problem I subsequently got tinnitus, which is a non -stop ringing in ears and has no medical cure. Due to my struggle in hearing I had to wind up my business and had to fall back on my writing to make a living. I felt that I will write about travelogue stories and thought of learning photography. I did a diploma in Photography and also Journalism. Than I began sharing my photos on social networking such a Facebook, Twitter and linkedin.  I got a break to write for Guardian UK which was heaven sent. I became their contributor and of other websites as well.  But it was my photo-essays that attracted lot of attention especially from well-wishers from overseas. I never showed any interest or inclination towards photography during my youth. It was the circumstance that made me a photographer. I call myself a photographer by default. My loss of hearing is connected with my becoming a photographer and perhaps helping me click good photos. This is when I decided that I should pass on this skill of photography to deaf community who will benefit like I did. I believe when one loses any one’s sense or organ, nature or God compensates it with other senses. A deaf person relies more on his eyes to communicate and photography is all about eye co-ordination. This is how I stepped in to the world of deaf. I began teaching photography in a deaf school by taking classes on weekends that was five years back.

How many young people took part? When I was teaching in deaf school I had about 30 to 40 deaf students attending photo learning classes. It was totally a volunteer effort. I continued teaching for three hours travelling one and half hours from home to school, carrying a load of cameras.  I took up new assignment covering news visually for TV channels and found it difficult to find time for my deaf students. I stopped going to school. Meanwhile I had created an online group known as Deaf Photography where deaf can show their creative skills by sharing photos. Most of my deaf students are part of the deaf photography. After I left the school we began missing each other.  My students wanted me to continue teaching them photography, than we decided we will meet on outdoor photography once or twice a month. This has been going on from past two years. At any given time when we go on outdoor photography I will have 15-20 students. Besides deaf I conducted photo workshop for autistic children, dharavi slum children and am involved with caner children having tie up with leading cancer hospital Tata Memorial Hospital, Mumbai

What was it like to teach them? Do you think their composition skills are different in any way? I love to be in the company of children esp disabled and cancer children One of the main barrier I faced with deaf was communications. Initially I had one my student as interpreter but now I know a bit of sign language and am at ease teaching deaf. I do get touch much on technical aspect of photography except teaching them the basic dwelling more on framing and composition. It is very tough teaching deaf, communicating with them, keeping them focus, arranging an outdoor trip and above all financing the trip. It is self-financing project of mine with a mission that I make them photographer so that in future they make a living by becoming a wedding or fashion photographer.

What are they doing now? (did the project open opportunities for them) They are still young and yet to complete their studies. Once they come out of college they might become professional photographers. I am always there to help them become a professional

What lesson do we learn ? After stepping to the world of disabled such as deaf, autistic children, slums and cancer children I am at peace with myself. It is my mission to impart the photography skills to disabled and cancer children. The biggest challenge is how to raise funds to finance my project. One of the options is to start an NGO. I believe that vocational course such photography will go a long way in bringing out creativity of these disabled and cancer children and also as career option too for them in future to work as professional photographer.

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Purific Squeeze – Water for your trip to Brazil

Posse Responsável de Cães e Gatos

Sou apaixonado por animais. Prefiro animais selvagens e soltos, adoro admira-los, sempre que possível. Também visito zoológicos sempre que posso, melhor que nada. Os zoológicos acabaram virando importantes aliados na preservação de algumas espécies. Gosto de cães e gatos também, não tenho nenhum no momentos pois não tenho como cuidar como se deve. Quem tem animais em casa precisa saber no mínimo o seguinte:

"Os 10 Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos

1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 15 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem ficará cuidando do animal nas férias ou durante feriados prolongados.

2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida: tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4. Mantenha o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira, guia e conduzido por quem possa conter o animal.

5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o periodicamente.

6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê-lhe atenção, carinho e ambiente adequado.

7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8. Ao passear, recolha e jogue os dejetos em local apropriado.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local.

10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e as fêmeas.A castração previne doenças, garante o bem-estar dos animais e é a única medida definitiva no controle das populações de cães e gatos."

​ Criado por : Arca Brasil

"O conceito de Posse Responsável reflete a percepção pelo dono de cães e gatos de estimação, da total dependência física e afetiva desses animais. Cuidar de cães e gatos significa assumir total responsabilidade por toda e qualquer atitude desses animais, mantendo-os em perfeitas condições de saúde, cuidados e afeto. Essa convivência entre homens e animais só vale a pena enquanto harmônica e prazerosa. O dono responsável, portanto, deve criar seus animais em perfeitas condições de saúde e contenção, de tal forma que não sejam causa de qualquer espécie de constrangimento ou risco a todos de seu convívio social. Por isso, deve ater-se aos pontos abaixo.

Escolha do animal, cão ou gato?
Os cães vivem de 12 a 15 anos em média, e os gatos podem viver até 18 anos. Ambos necessitam de cuidados até o fim da vida.

Cuidados Básicos
Alimentação, higiene, vacinação, esterilização/castração, registro geral animal (RGA) para cães e gatos é fundamental e obrigatório por lei em alguns locais como, por exemplo, na cidade de São Paulo (Lei Municipal 13.131/2001).

O que diz a Lei Federal
Lei Federal 9605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) – Artigo 32."Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. A pena é detenção de 3 meses a 1 ano e também pagamento de multa. A pena é aumentada de 1 sexto a 1 terço, se ocorrer a morte de animal”.

A convivência com animais de estimação
A convivência com animais de estimação proporciona inúmeros benefícios para o desenvolvimento das emoções, melhora a habilidade de comunicação, promove o sentido de responsabilidade, estimula o sentimento de humanidade e pode ajudar a superar a solidão. ​" por Premiatta Alimentos

​Cuidado, cães e gatos (e outro pets)
se não recebem os cuidados adequad ​o​
s podem tornar-se​ ​
fo​nte
de doenças contagiosas que podem afetar a nossa família ​!
​ ​
Raiva​,
Toxoplasmose ​,
Toxocaríase​,
Tinha ​,
Doença de Lyme​,
Leishmaniose ​.
Ornitose​, S
almonelose ​ entre outras são doenças transmitidas por contato. Para evitar contágios seu contato tem que ter limites, desculpe, tipo assim, seu gatinho não deve dormir na sua cama, seu cachorro não deve comer no seu prato, etc, etc. É só ter bom senso.

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Hi Antonio Carlos,You’ve received a total of $6.46 in repayments between March 17, 2014 and April 16, 2014!Get all the details in your portfolio. For repayments on loans made with your own funds, repayments are returned to your Kiva account to keep, re-lend to another borrower, or donate to support Kiva’s operating costs.

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A MÁQUINA EXTRAVIADA

Conto de JOSÉ J.VEIGA (mais atual do que nunca)

Você sempre pergunta pelas novidades daqui deste sertão, e finalmente posso lhe contar uma importante. Fique o compadre sabendo que agora temos aqui uma máquina imponente, que está entusiasmando todo o mundo. Desde que ela chegou – não me lembro quando, não sou muito bom em lembrar datas – quase não temos falado em outra coisa; e da maneira que o povo aqui se apaixona até pelos assuntos mais infantis, é de admirar que ninguém tenha brigado ainda por causa dela, a não ser os políticos.

A máquina chegou uma tarde, quando as famílias estavam jantando ou acabando de jantar, e foi descarregada na frente da Prefeitura. Com os gritos dos choferes e seus ajudantes (a máquina veio em dois ou três caminhões) muita gente cancelou a sobremesa ou o café e foi ver que algazarra era aquela. Como geralmente acontece nessas ocasiões, os homens estavam mal-humorados e não quiseram dar explicações, esbarravam propositalmente nos curiosos, pisavam-lhes os pés e não pediam desculpa, jogavam pontas de cordas sujas de graxa por cima deles, quem não quisesse se sujar ou se machucar que saísse do caminho.

 

Charlie Chaplin Modern Times 1936
Charlie Chaplin in “Modern Times” 1936

Descarregadas as várias partes da máquina, foram elas cobertas com encerados e os homens entraram num botequim do largo para comer e beber. Muita gente se amontoou na porta mas ninguém teve coragem de se aproximar dos estranhos porque um deles, percebendo essa intenção nos curiosos, de vez em quando enchia a boca de cerveja e esguichava na direção da porta. Atribuímos essa esquiva ao cansaço e à fome deles e deixamos as tentativas de aproximação para o dia seguinte; mas quando os procuramos de manhã cedo na pensão, soubemos que eles tinham montado mais ou menos a máquina durante a noite e viajado de madrugada.

A máquina ficou ao relento, sem que ninguém soubesse quem a encomendou nem para que servia. E claro que cada qual dava o seu palpite, e cada palpite era tão bom quanto outro.
As crianças, que não são de respeitar mistério, como você sabe, trataram de aproveitar a novidade. Sem pedir licença a ninguém (e a quem iam pedir?), retiraram a lona e foram subindo em bando pela máquina acima – até hoje ainda sobem, brincam de esconder entre os cilindros e colunas, embaraçam-se nos dentes das engrenagens e fazem um berreiro dos diabos até que apareça alguém para soltá-las; não adiantam ralhos, castigos, pancadas; as crianças simplesmente se apaixonaram pela tal máquina.

Contrariando a opinião de certas pessoas que não quiseram se entusiasmar, e garantiram que em poucos dias a novidade passaria e a ferrugem tomaria conta do metal, o interesse do povo ainda não diminuiu. Ninguém passa pelo largo sem ainda parar diante da máquina, e de cada vez há um detalhe novo a notar. Até as velhinhas de igreja, que passam de madrugada e de noitinha, tossindo e rezando, viram o rosto para o lado da máquina e fazem uma curvatura discreta, só faltam se benzer. Homens abrutalhados, como aquele Clodoaldo seu conhecido, que se exibe derrubando boi pelos chifres no pátio do mercado, tratam a máquina com respeito; se um ou outro agarra uma alavanca e sacode com força, ou larga um pontapé numa das colunas, vê-se logo que são bravatas feitas por honra da firma, para manter fama de corajoso.

Ninguém sabe mesmo quem encomendou a máquina. O prefeito jura que não foi ele, e diz que consultou o arquivo e nele não encontrou nenhum documento autorizando a transação. Mesmo assim não quis lavar as mãos, e de certa forma encampou a compra quando designou um funcionário para zelar pela máquina.
Devemos reconhecer – aliás todos reconhecem – que esse funcionário tem dado boa conta do recado. A qualquer hora do dia, e às vezes também de noite, podemos vê-lo trepado lá por cima espanando cada vão, cada engrenagem, desaparecendo aqui para reaparecer ali, assoviando ou cantando, ativo e incansável. Duas vezes por semana ele aplica kaol nas partes de metal dourado, esfrega, sua, descansa, esfrega de novo – e a máquina fica faiscando como jóia.

Estamos tão habituados com a presença da máquina ali no largo, que se um dia ela desabasse, ou se alguém de outra cidade viesse buscá-la, provando com documentos que tinha direito, eu nem sei o que aconteceria, nem quero pensar. Ela é o nosso orgulho, e não pense que exagero. Ainda não sabemos para que ela serve, mas isso já não tem maior importância. Fique sabendo que temos recebido delegações de outras cidades, do estado e de fora, que vêm aqui para ver se conseguem comprá-la. Chegam como quem não quer nada, visitam o prefeito, elogiam a cidade, rodeiam, negaceiam, abrem o jogo: por quanto cederíamos a máquina. Felizmente o prefeito é de confiança e é esperto, não cai na conversa macia.

Em todas as datas cívicas a máquina é agora uma parte importante das festividades. Você se lembra que antigamente os feriados eram comemorados no coreto ou no campo de futebol, mas hoje tudo se passa ao pé da máquina. Em tempo de eleição todos os candidatos querem fazer seus comícios à sombra dela, e como isso não é possível, alguém tem de sobrar, nem todos se conformam e sempre surgem conflitos. Felizmente a máquina ainda não foi danificada nesses esparramos, e espero que não seja.

A única pessoa que ainda não rendeu homenagem à máquina é o vigário, mas você sabe como ele é ranzinza, e hoje mais ainda, com a idade. Em todo caso, ainda não tentou nada contra ela, e ai dele. Enquanto ficar nas censuras veladas, vamos tolerando; é um direito que ele tem. Sei que ele andou falando em castigo, mas ninguém se impressionou.

Até agora o único acidente de certa gravidade que tivemos foi quando um caixeiro da loja do velho Adudes (aquele velhinho espigado que passa brilhantina no bigode, se lembra?) prendeu a perna numa engrenagem da máquina, isso por culpa dele mesmo. O rapaz andou bebendo em uma serenata, e em vez de ir para casa achou de dormir em cima da máquina. Não se sabe como, ele subiu à plataforma mais alta, de madrugada rolou de lá, caiu em cima de uma engrenagem e com o peso acionou as rodas. Os gritos acordaram a cidade, correu gente para verificar a causa, foi preciso arranjar uns barrotes e labancas para desandar as rodas que estavam mordendo a perna do rapaz. Também dessa vez a máquina nada sofreu, felizmente. Sem a perna e sem o emprego, o imprudente rapaz ajuda na conservação da máquina, cuidando das partes mais baixas.

Já existe aqui um movimento para declarar a máquina monumento municipal – por enquanto. O vigário, como sempre, está contra; quer sabe a que seria dedicado o monumento. Você já viu que homem mais azedo?

Dizem que a máquina já tem feito até milagre, mas isso – aqui para nós – eu acho que é exagero de gente supersticiosa, e prefiro não ficar falando no assunto. Eu – e creio que também a grande maioria dos munícipes – não espero dela nada em particular; para mim basta que ela fique onde está, nos alegrando, nos inspirando, nos consolando.

O meu receio é que, quando menos esperarmos, desembarque aqui um moço de fora, desses despachados, que entendem de tudo, olhe a máquina por fora, por dentro, pense um pouco e comece a explicar a finalidade dela, e para mostrar que é habilidoso (eles são sempre muito habilidosos), peça na garagem um jogo de ferramentas, e sem ligar a nossos protestos se meta por baixo da máquina e desande a apertar, martelar, engatar, e a máquina comece a trabalhar. Se isso acontecer, estará quebrado o encanto e não existirá mais máquina.

Para deixar seu computador mais rápido

Para Win 7 e 8
Clique no menu iniciar e com o botão direito em Computador, depois em Propriedades.

Depois cliente em Configurações avançadas

Agora siga as setinhas para:

Então é só escolher melhor desempenho:

Isso desliga um monte de porcariada que faz a tela ficar bonitinha, mas o desempenho ordinário. Você escolhe.

A tela fica mais simples, mas o desempenho melhora muito. Adorei. 🙂

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