AMSTERDAM – what a great place

 …

Patrick & Janine van der Plaat
My friends, Patrick & Janine, who live there

Although the seat of Netherlands government is in The Hague, Amsterdam is the nominal capital. It is also the country’s largest city, with a population of more than 750,000 and the most visited, with over 3.5 million foreign visitors a year.

The Netherlands is in Western Europe, bordering Belgium to the south and Germany to the east. To its north and west is the North Sea. Although the Netherlands is the country’s official name, people often call it Holland. The provinces of North Holland and South Holland form only part of the Netherlands.

Climate
The warmest weather is from June to August, with temperatures between 21 – 26 degrees Celsius. There are rarely extreme temperatures. The air is relatively humid and fog is common in autumn and spring. There are stronger winds from October to March. Click for the weather.

Currency
The currency in the Netherlands is the Euro (€, EUR). Cash, Credit Cards and ATMs are commonly used. All major international cards are recognised, and you will find that most hotels, restaurants and major stores accept them. Shops often levy a 5% surcharge (or more) on credit cards to offset the commissions charged by card providers. To withdraw money at a bank counter instead of from an ATM, go to a GWK branch. You’ll need to show your passport.
Automated teller machines can be found outside most banks and at airports and most train stations. Credit cards such as Visa and MasterCard/Eurocard are widely accepted, as well as cash cards that access the Cirrus network. Be aware that, if you’re limited to a maximum withdrawal per day, the ‘day’ will coincide with that in your home country. Also note that using an ATM can be the cheapest way to exchange your money from home – but check with your home bank for service charges before you leave.

Exchange Rate
£1 = 1.32
$1 = 0.91

Hours of Business
Shops:
Mon-Fri 8:30/9:00 am – 5:30/6:00 pm, Sat 8:30/9:00 – 4:00/5:00 pm. Most cities have late-night shopping on Thursdays or Fridays. In holiday and tourist resorts many shops are open at night and on Sundays.

Banks
Mon-Fri 9:00am – 4:00/5:00pm; sometimes also on late night shopping nights and on Saturdays.

Language
Dutch is the national language of the Netherlands. However, English is spoken by almost everyone. In addition, many Dutch people speak German and French.

Things to Do

Why not experience Amsterdam by taking a look at the top attractions:

Anne Frank House

Rijksmuseum

Van Gogh Museum

Hermitage Amsterdam

The Heineken Experience

Canals of Amsterdam

Artis Zoo

The Jordaan

Vondel Park

*Information from LPWA 2016 website – http://www.iotnetworksevent.com/welcome

Mova Mais (interessante)

Algumas considerações sobre o Mova Mais (MM) que podem evitar você se desgastrar atoa. Veja, a ideia do MM é fazer as pessoas saírem do sedentarismo, você ganha pontos progressivamente o quanto mais se movimentar. mova mais pontosCada 30 minutos de exercício contínuo rende pontos diários, da seguinte forma:

Não adianta pedalar 600 km, ele conta 30 minutos de seu exercício como uma atividade que vale 20/40 pontos, conforme o seu combo.

Olha o que eles explicam:

“Quantos pontos eu ganho por km percorrido?
(PERGUNTAS FREQUENTES – FAQ MM)
O Mova Mais dá pontos por dia em que você faz a meta diária de atividade física, não por quilômetro percorrido. Fazemos isso para recompensar o hábito saudável de manter atividades frequentes. A meta diária inicial de 30 minutos foi estabelecida de acordo com parâmetros do CDC Americano e da Organização Mundial da Saúde. A quantidade de pontos por dia é variável.”

Veja a tabela:
mova mais

Você pode ganhar mais pontos convidando amigos. Mas pode convidar, valendo pontos, somente 10 amigos. Depois não conta mais. Afinal, o aplicativo não é para levar você se tornar um divulgador, mas sim para levá-lo a se movimentar com regularidade.

Para fazer isso clique no link que fica no canto direito superior da tela (fig abaixo). Lá você tem três opções, via facebook, via twitter ou seu link pessoal ( o meu é – http://movamais.com/?convite=m0pxw05dlI )

mova mais pontos b

Outra maneira de aumentar seus pontos é aproveitar as promoções:

Texto relacionado: (para entrar no Mova Mais)
https://carlosrix.wordpress.com/2016/02/24/mova-mais/

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Escola Internacional – Seja um Franqueado

Leite não, Inhame sim

 Suco, vitamina com Inhame?  Shake de Inhame?!

Descasque o Inhame
Descasque o Inhame

Descobri o Inhame quando tive dengue há alguns meses. Fui ao posto e fiz exame de sangue, deu “111 mil plaquetas”.

Na noite do mesmo dia comi Inhame, por recomendação de uma amiga, a Angela.

Santa Angela!

No dia seguinte fiz novo exame e o resultado foi 255 mil… O que bateu com o que sentia, mais energia para enfrentar a danada da dengue.

Virei fã do tal tubérculo, o Inhame.

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Atualização em 30/03/2016 – o “leite” do Inhame ou cara, fica bom com frutas, com shakes e até mesmo puro. Gelado, é refrescante e leve. Estou usando no lugar do leite de vaca para fazer todo tipo de vitamina.

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Hoje descobri uma forma nova de o consumir, uma delícia:

Inhame com Shake de Morango

Ingredientes:

Um pedaço generoso de Inhame
Gelo a gosto
água (dois copos +/-)
Shake sabor morango

.
Preparo:

Descasque o Inhame, pique e coloque no liquidificador com um copo de água, deixe bater bem. Acrescente duas colheres de Shake de morango, o gelo e bata, acrescente mais um copo de água, bata bem.

Pronto, fica gostoso. Bom, eu achei…

– O Inhame batido com água vira um “leite”, acredito que dá para fazer com outros sabores de Shake também. O melhor de tudo, você recebe todos os benefícios do Inhame, as vitaminas do Shake e evita tomar leite.

Veja para quantas coisas o Inhame serve:

Inhame-trandes

Fonte e mais dicas:
http://www.sodetox.com.br/suco-de-inhame-conheca-seus-beneficios-e-modos-de-preparar/

Veja nas fotos abaixo outro modo de preparar:

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Atenção:

  • Esta receita deu certo para mim.
  • Recomendo, mas você precisa ver se não tem aversão ou alergia a qualquer dos ingredientes.
  • Em caso de dúvida consulte um nutrólogo ou nutricionista

Vem Pedalar na Baixada!

Durante a temporada – no Guarujá, Santos e São Vicente – o número de policiais espalhados pelas prais é enorme. Isso traz segurança para curtirmos um passeio de bicicleta muito gostoso.

Tudo plano, 90% dele via ciclovias. Você pode sair do Guarujá e ir até São Vicente ou Praia Grande, passando por Santos e retornar sem maiores problemas. Uma delícia. A ponte pênsil foi reinaugurada!

Se seu passeio começar, por exemplo, na Península da Enseada, no Guarujá, você vai pedalar os primeiros 8/9 kms vendo a praia da Enseada, depois pode cruzar o centro pela Av. Leomil, passar pelo Sobre as Ondas no final da Pitangueiras. Neste ponto vai ter uma bela vista da praia das Astúrias e de lá segue para a balsa pela Av. dos Caiçaras, para cruzar para Santos. (bicicletas e ciclistas não pagam para atravessar)

pedalgjasv
Você cruzou a balsa, então está na Ponta da Praia e seguindo pela ciclovia vai até o final no Emissário, que é a divisa com São Vicente. A passagem por Santos é uma beleza, 100% via ciclovia, com muitos jardins, quiosques para se alimentar e fazer um descanso, e claro, a praia sempre ali do lado.

Nesta parte do passeio você pode aproveitar e visitar o Aquario, o Orquidário, o próprio Emissário, subir o morro da Asa Delta, ou seguir em frente e ir em S. Vicente visitar a Ponte Pênsil e a Biquinha. Dá para fazer as quarto coisas.

Ida e volta vai render uns 40/50 km, vale mesmo a pena descer a Serra e experimentar. Dá para descer de ônibus.

 

wpid-dsc_1351.jpgUma sugestão, desça de ônibus com as bicicletas na mala. Do Jabaquara vá para o Guarujá e de lá vá até São Vicente e volte para Sampa de Santos. Vai dar uns 25/30 km e será um pedal, além de tudo, ecológico. 🙂

Pena que só dá para recomendar isso na a temporada. Fora dela só pedalamos em grupos, de preferencia grandes e olhe lá… Você pode pesquisar os grupos de ciclistas de Santos e região, tem vários, entre em contato, junte-se a um deles em pedais pelas cidades, para Bertioga, Mongaguá, pelos morros e praias, etc.

Pedale!
recomendo: https://carlosrix.wordpress.com/2015/06/10/bici/

Viagem pelo Rio Amazonas, Manaus – Parintins

DSC_2533Bom, em primeiro lugar, como chegar lá? Quando você estiver em Manaus, a capital do estado do Amazonas, existem duas maneiras de se chegar a Parintins: de avião, uma viagem de ​uma​ hora, ou pelo rio Amazonas, 18 horas para chegar lá e 24 horas ou mais para voltar em um barco típico da região, um Gaiola.​ É só escolher.​

Parintins tem um grande festival todos os anos ​de 28 ​a 30 de junho​. ​Mais de cinquenta mil pessoas de todo o país e ​do estrangeiro participam da festa.  Além do Festival d​o Boi, Parintins é um lugar agradável para ​se visitar durante todo o ano.  Por outro lado, ​se tudo que você quer é experimentar o Rio Amazonas, você pode ir de Gaiola para Itacoatiara, que está mais próxima de Manaus e ​será menos cansativ​o para chegar.  Este passeio de barco​ vai ser lento e longo.

Os rios são os principais meios de transporte nesta região do Brasil. As cidades crescem e se desenvolvem ​às suas margens.  Claro, aventureiro, escolhi o rio ​e a viagem para Parintins. A idéia era ver mais da floresta tropical e talvez, com sorte, animais também. Além disto, tereia mais tempo para aprender mais sobre os “amazonenses” de outras cidades. 

porto seca
Porto de Manaus na seca, quando está cheio encosta lá no muro e chega a cobrir metade das escadas.

Nas docas, em Manaus, carga​s e passageiros ​são preparados para a viagem. Normalmente estas embarcações fica​m em Manaus por​ 1, 2 ou até 3 dias, porque este é o lugar onde todas as pessoas das cidades menores, espalhados ao longo das vias fluviais do Amazonas e ​seus afluentes, ve​m ​para vender os seus ​artefatos, colheitas e peixes. Eles, por sua vez​, compra​m roupas, mantimentos, sementes, gás, combustível, materiais de construção, etc. Os barcos ​levam em média de 170​ a 300 passageiros, além de muitas toneladas de carga.

No barco, cada um traz uma rede. Há lugares para você pendurá-las e desfrutar senhorade sua viagem em relativo conforto. ​Confesso que não ​fiquei à vontade ​na minha primeira vez. Na viagem de Manaus a Parintins ​não preguei os olho. Não é tão fácil dormir em uma rede quando você não está acostumado. Mas no caminho de volta estava tão cansado, ​que cai no sono, pelo menos por um par de horas. Fiz um bate e volta.

A​ntes ​de tudo verifiquei que tipo de rede de ​as pessoas ​estavam ​usado. Então, em uma das muitas lojas perto do porto, comprei ​a minha, nem melhor nem pior. (Tenho a minha até hoje.) Em seguida, paguei pelo m​inha ​passagem e pass​ei a escolher um lugar para ​me pendurar​, pendurar a rede. Parece simples, certo? Não há muito ​o que escolher, mas se acontecer de você ​chegar atrasado, a maioria dos passageiros já estar​á a bordo – uma massa de pessoas que ​se ​encontra lado a lado e às vezes até em cima uns dos outros.

redes no barcoredesNa foto ao lado, v​e​ja​ a mulher​ na rede vermelha. ​Ela está ao lado de duas outras redes​, muito próximas. As pessoas na foto não são parentes; eles simplesmente ​se conhecer​am alí, naquele momento. ​Nós brasileiros ​falamos em geral a uma distância mais p​róxima uns dos outros do que britânicos ou americanos, por exemplo. ​Para nós isso não é nenhum desrespeito ou intrusão. É simplesmente nossa maneira​ ser.​ Por lá essa distância é ainda menor.​

Durante a viagem, de ​duas a ​três refeições são servidas: jantar, café da manhã, almoço e, se o barco está atrasado, outra refeição antes da chegada. A qualidade dos alimentos varia de barco para barco. ​Na via​gem para Parintins no Gaiola “Cidade de Alenquer” a comida e sua preparação foi ​excelente. (No caminho de volta ​já não tive tanta sorte.) No primeiro dia, antes do jantar, estava interessado apenas nos rios, ​n​a paisagem e coisas assim. Na primeira refeição, ​o jantar, comecei a aprender mais sobre as ​belas ​pessoas dos estados do Amazonas e do Pará.

As refeições são servidas em um ​espaço ​pequeno ​onde cabem 12​/14​ ​pessoas ​de cada vez. (Há barcos maiores como o do vídeo no final deste texto: o Comandante Severino Ferreira). No Cidade de Alenquer, com ​cerca 170 pessoas a bordo,  uma mesa no primeiro pavimento e outra – ​do mesmo tamanho – no segundo convés, ​calculei +/- 85 pessoas por mesa, certo?  E gora​, todo mundo está com fome? O barco ​partiu com três horas de atraso, o motor​ na dele: po, po, po, po, pop pop…  Eu pensei ​comigo, isso vai ser uma bagunça… Estava errado, muito errado. ​Me apaixonei por essas pessoas simples, calmas, limpas e pacíficas. 

refeicao a bordoDe volta a mesa, o sinal tocou e de uma forma ordenada, sem muito controle externo, eles foram para a mesa. Há a comida foi ​servida​ em ​travessas médias e eles ​servido u​ns aos outro​s, sem pressa e de forma tão agradável. Tomei parte na segunda rodada. ​Um ou outro repetiu. Notei então que ninguém estava olhando ou comparando, ficando ​com mais  ou menos;  eles estavam à vontade. ​ São pessoas muito simples. Não faltam boas maneiras, um coração muito bom e se relacionar muito bem uns com os outros. Gostei mesmo do que vi.

lavatoriosDurante a viagem, alguns ​tomaram até quatro ​banhos. ​Toalha em uma mão​, o sabão e ​uma muda de roupa na outra, lá ai o “Zé” outra vez… E quando voltam​, seja o “Zé” ou a “Chica”, gastam até 30 minutos ​se penteando, escova​ndo os dentes, etc – uma volúpia forte e bonita.

​A história conta que quando os europeus chegaram ao Brasil ​ficaram ​espantado​s​ ​com​ a nudez e os hábitos de banho​ e  aceio dos nativos​.  Bom, isso ainda é verdade.  Pelo menos a coisa banho, às vezes, ambos. Eu lá me senti um porcão com meus míseros dois banhos por dia. 🙂 

A noite chegou. Logo, algumas das redes estavam vazi​as, enquanto outr​as ​sustentavam mais peso … ​Opa​, o amor no barco era ​óbvio. Mas o que ​achei engraçado foi não ouvir som​ algum. ​Perto desta turma mineiro faz muito barulho. No terceiro pavimento, o nível superior do barco, onde há um bar, a​lgumas​ pessoas​ dançavam, bebiam cerveja ​e conversavam. ​Foi bom. Famílias inteiras, crianças, idosos, todos ​se divertiam. Nem todo mundo a bordo estava lá, claro. Alguns descer​am para dormir ou simplesmente relaxar. Mais tarde, em profundo silêncio, todos nós dormimos. Bem, a maioria de nós. Eles ​sabem se divertir.

águas
Encontro das águas – Solimões e Negro

A confluência dos rios​.

A viagem começou em Manaus no rio Negro. Trinta minutos depois o rio Negro e​ ​o rio Solimões colidem e ​nasce o Rio Amazonas. O Rio Solimões é avermelhado com lama, o Rio Negro, como o nome sugere, tem águas negras, e os dois não se misturam depois do encontro das águas por muitos quilômetros. Assim, ​de um lado do barco que você tem água vermelha e, ​do outro pret​a – uma cena​ naturalmente sureal​.

pordosolÉ fantástico. A Amazônia é grande – em alguns lugares o Rio ​tem ​mais de seis quilômetros de largura. Desce​r o rio para Parintins, ou mesmo só até Itacoatiara, é mais rápido porque você está viajando no meio ​do rio com ​a correnteza forte. No caminho de volta, os barcos viajam muito perto das margens, ​desenhando cada curva, então você pode adicionar de 6 a 10 horas ​à sua viagem. ​Se o capitão ​tentasse ir pelo meio, a corrente é tão forte, o barco praticamente ​não  sairia do lugar.

ligados na rede
Na rede duas vezes. 🙂

Infelizmente, ​da fauna, vi apenas o salto de ​um ​peixe no rio e algumas aves. ​O​ Rio Amaz​on​as é uma estrada para barcos de todos os tamanhos que vão ​para acima e para baixo​ o tempo todo, imagina, é como uma Rod. Bandeirantes de água. De acordo com alguns dos meus companheiros de viagem, os animais​ só podem ser vistos n​os afluentes​, longe dos principais rios​,​ por causa do movimento dos barcos.

Itacoatiara – Porto

itaquatiaraHá muitas cidades nas margens de rios, como Itacoatiara. ​Já foi um lugarejo, hoje Itacoatiara é um porto importante através do qual madeira e muitos produtos são exportados para a Europa, EUA, Ásia, etc. Há uma estrada entre Itacoatiara e Manaus.​ (Roraima exporta seus grão por lá também.​) Pelo rio, você pode levar de oito a dez horas​ para chegar a Manaus​; por estrada, ​vão ser apenas três.  ​(Dica: Você pode deixar Manaus de barco na parte da manhã, desfrutar da viagem​, experimentar o rio e mais tarde voltar de táxi ou ônibus.)

Às margens dos rios lugarejos nascem todos os dias. Hoje em dia esses lugares não estão surgindo sem cuidados. A consciência ecológica cresce também. Existem programas executados pelo governo do estado do Amazonas para ajudar essas povoados a se desenvolver com mais planejamento. O desenvolvimento sustentável é o nome do jogo e é a chave para preservar a floresta e as pessoas que lá vivem. Os brasileiros do Amazonas sabem disso e estão dispostos a cumprir a tarefa – para cuidar de nossa part​e ​da Amaz​ônia.

No entanto, devo admitir que há muita coisa que precisa ser feit​a. ​De volta a história da viagem, o tempo todo estive preocupado com um pedaço de plástico que tinha em meu bolso. Pensei, ‘tenha cuidado com o seu lixo!” No início da manhã, estava no deck superior ​curtindo o ar puro, apreciando a paisagem, à vontade. Na noite anterior, tinha colocado o meu lixo no lugar certo​: ​a lata de lixo​. De repente, para minha surpresa vejo dois sacos ​enormes de lixo passarem​ pelo barco.  Será que alguém da equipe ​aqui​ jog​ou?​! Mediatamente desc​i as escadas e viu a lata de lixo com sacos novos. ​Fiquei bravo. Tão ​bravo que decidi que não era um bom momento para ir falar com a tripulação. ​E, também, como poderia afirmar que eram do nosso barco? Não podia. Depois escrevi às autoridades portuárias. Eles ​responderam que ensinam e que existem regulamentos​ e multas​, mas as pessoas são difíceis de mudar. ​ Foi o único se não desta viagem.​

vendedoras fiamA viagem que descrevi acima foi feita em 2010, agora em 2015 estive em Manaus para a FIAM, a Feira Internacional da Amazônia. Um show tanto na parte das industrias do polo de Manaus quanto da parte de agro negócios e artesanato. No pavilhão Amazônico o ar que se respira é empreendedorismo, mas as palavras de ordem são preservar e conservar. Tudo é feito com materiais certificados, extrativismo sustentável e assim por diante. ​ as coisas estão mudando.

O rio Amazonas é tão surpreendente. Recomendo que você faça esta viagem para ver por si mesmo.

Divirta-se!

na popa do barco

rio mar
Encontro das Águas

Prof. Antonio Carlos Rix

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Veja essa dica:

Passeio do encontro das águas:

”

O Futuro Começa Agora

Invista no Futuro. Agora.

O medo geral é da crise. Vai se aprofundar, vai ser muito longa? Esse é o assunto da mídia. Ao mal estar do momento econômico somamos agora a calamidade ambiental em Minas Gerais, no Rio Doce, e o terrorismo na França. É preciso ser forte e realmente empreendedor para olhar com perspectiva para o futuro. Mas é exatamente o que precisamos fazer. Porque assim como uma viagem de 10 mil quilômetros se faz km a km o nosso futuro econômico depende de ações no presente.

Neste aspecto o tema geral da Feira Internacional da Amazonia (FIAM 2015) cai como uma luva para a situação que estamos todos enfrentando. O modelo da Zona Franca de Manaus (ZFM) foi idealizado pelo Deputado Federal Francisco Pereira da Silva e criada pela Lei Nº 3.173 de 06 de junho de 1957, como Porto Livre.

De 1991 e 1996, entrou em vigor a Nova Política Industrial e de Comércio Exterior, marcada pela abertura da economia brasileira, redução do Imposto de Importação para o restante do país e ênfase na qualidade e produtividade, com a implantação do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBPQ) e Programa de Competitividade Industrial. A edição da  Lei 8.387 de 30 de dezembro de 1991, estabeleceu profundas mudanças no modelo ZFM.

Atualmente, a Suframa, depois de varias fases de ajustes às políticas econômicas da União, consolida o processo de revisão do seu planejamento estratégico, em que melhor configura o desempenho da sua função de agência de desenvolvimento regional. Ao mesmo tempo, incrementa projetos para o fortalecimento do PIM e de aprofeitamento de potencialidades regionais, sobretudo por meio do Centro de Ciência, Tecnologia e Inovação do Pólo Industrial de Manaus (CT-PIM) e do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA).

Este novo perfil tem as seguintes características:

  • O prazo de vigência do modelo foi prorrogado de 2013 para 2023, por meio da Emenda Constitucional n.º 42, de 19 de dezembro de 2003;
  • A definição de Processos Produtivos Básicos (PPBs) para produtos fabricados no PIM é orientada pelo maior adensamento de cadeias produtivas nacionais, inclusive dos biocosméticos;
  • Há um esforço para ampliar a inserção internacional do modelo, sobretudo por meio de missões comerciais, participação em acordos de comércio exterior e realização de eventos de promoção comercial, a exemplo da Feira Internacional da Amazônia;
  • Permanece a busca pelo aumento das exportações e maior equilíbrio da balança comercial;
  • Há um esforço das indústrias do PIM em fomentar o adensamento tecnológico do parque industrial, por meio de investimentos em institutos de pesquisa regionais, sobretudo advindos de recursos do percentual destinado à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), determinado pela Lei de Informática em vigor;
  • Ampliam-se os investimentos da SUFRAMA em projetos de modernização produtiva e infra-estrutural nos municípios da sua área de atuação, envolvendo construção de aeroportos, estradas, estruturas turísticas, projetos pilotos de produção e capacitação de mão-de-obra.

Dentro deste escopo é correto afirmar que a FIAM vem de encontro aos anseios e proposta de atuação da SUFRAMA e é uma das melhores vitrines do que esta acontecendo em Manaus e das oportunidades para todos os tipos de investidores, tanto os que vem em busca de produtos como os que os querem produzir, em especial para exportar.

 

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Então é tempo de deixar de lado os medos e as crises e partir para a ação. Agora – Como diz o mote deste evento. O futuro começa neste minuto e quem quer determiná-lo tem que agir. Ainda dá tempo para visitar o eventos, a FIAM 2015 começa hoje e vai até dia 21. Venha.

Agenda do Evento

À Flor da Pele

Exposição À Flor da Pele evidencia as diferentes representações do universo feminino

Mais de 150 imagens de fotógrafos que marcaram o modo de ver e registrar o universo feminino do Brasil nas últimas décadas estão reunidas na exposição À FLOR DA PELE, com curadoria de Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman, que será inaugurada dia 21 de outubro (quarta-feira) e estará aberta ao público de 22 de outubro a 20 de novembro na PRAÇA DAS ARTES, em São Paulo. A mostra, centrada nas diferentes representações do universo feminino, está dividida em sete módulos, que agrupam referencias recorrentes nas imagens: DIVAS, FLAGRANTES (precursores dos paparazzi) FANTASIA, FETICHE, INTRAMUROS (fotos que remetem ao tema “família”), LIMITES, PROJETORES (homens que exaltaram pela arte o universo feminino).

Fotos de nomes como Gui Paganini, Murillo Meireles e André Vainer convivem com imagens que já se tornaram clássicos feitas por Luiz Carlos Barreto, Marisa Alvarez Lima, Antonio Guerreiro, Paulo Garcez, Bubby Costa, Sérgio Jorge e Zé Antonio Moraes. Na exposição, baseada no acervo da revista s/n°, editada por Wolfenson e Hara, e que este ano completa uma década, estão ainda trabalhos de Rochelle Costi, OsGemeos e Irmãos Campana.

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Na mostra, estão retratos de Giselle Bündchen, Costanza Pascolato, Leticia Sabatella, Fernanda Young, Fernanda Montenegro, Leila Diniz, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Camila Pitanga e Cynthia Howlett (as quatro últimas fotografadas durante a gravidez), estilistas históricos como Dener e Clodovil, além de divas como Marlene Dietrich e Marylin Monroe.

“O ponto de partida foi o modo avião. Metaforicamente, é o instante em que, desconectados temporariamente desse fluxo, podemos desfrutar do tempo do reset: instantes em que vivemos plenamente a imaginação e a fantasia. A pausa. A partir daí, levantamos a seguinte pergunta: como é representado o universo feminino quando há completa liberdade autoral?”, dizem os curadores.

Na sala LIMITE, por exemplo, o visitante se depara com 4 imagens da mesma mulher. Cada uma com uma sutil diferença, propositalmente feita na imagem. O ensaio de Wolfenson, convida as pessoas a pensarem nos limites na era em que cirurgias, técnicas e tecnologia permitem manipular o corpo e as formas, criando-se aquilo que cada um deseja ser. As fotos são um desafio para o espectador: qual das mulheres é a real, qual foi manipulada?

À FLOR DA PELE, revisita imagens reunidas pela publicação s/n°, autoral, e que por isso proporciona o reset. Imagens resgatadas de acervos de grandes fotógrafos muitas vezes pouco conhecidos pelo público contemporâneo e fotos criadas a partir de convites da revista compõem a exposição.

A expografia é dos autores do projeto arquitetônico da Praça das Artes – Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci (Brasil Arquitetura), e pretende criar um diálogo franco entre a forte arquitetura do edifício do antigo Conservatório Dramático Musical e as fotografias de ‘À Flor da Pele”. Esse diálogo pode ser lido na delicada montagem de elementos; na sinuosidade das cortinas de voil, sugerindo penumbra e transparência, que ora revelam, ora aumentam as nuances do universo feminino, mote central da mostra.”

A exposição À FLOR DA PELE é patrocinada pela C&A, por meio da lei de incentivo estadual de cultura – PROAC.

Serviço

A Exposição À Flor da Pele
Curadoria Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Abertura: 21 DE OUTUBRO DE 2015
Das 19h Às 22h30min
Em exibição de 22 de outubro a 20 de novembro de 2015
Visitação de segunda a sábado de 10h as 20h, domingos de 10h as 18h.
Entrada franca
Praça Das Artes – av. São João, 281- centro – São Paulo
Próximo às estações Anhangabaú e República do metrô
Sugerimos ir de táxi
http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/

Ficha técnica da exposição

Realização: Livre e S/N
Curadoria: Bob Wolfenson, Helio Hara e Ricardo Feldman
Produção executiva: Patrícia K.D. Godoy
Concepção museográfica: Brasil Arquitetura_Francisco Fanucci e
Marcelo Ferraz

Sobre os curadores

Ricardo Feldman é sócio fundador da Livre, editora e produtora de conteúdo e cultura. Dirigiu diversos projetos culturais, entre eles a exposição Flávio de Carvalho Desveste a Moda da Cabeça aos Pés realizada no MUBE – SP e MAM- RJ; os livros Sapato de Mulher, um Passeio pelo Imaginário das Brasileiras; 30 anos de Moda no Brasil; Auditório Ibirapuera, o Projeto Esquecido de Oscar Niemeyer, entre outros. É publisher da Revista s/n e conselheiro do Theatro São Pedro, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica de São Paulo.

Bob Wolfenson iniciou a carreira há 35 anos. Seu trabalho transita pela arte, pela publicidade e pela moda. Entre suas mostras individuais estão séries expostas no Museu de Arte Brasileira – FAAP, no Masp e no Centro Cultural Maria Antônia. Sua obra está presente nos livros Belvedere”, Encadernação Dourada – Antifachada”, “A Caminho do Mar”, “Cinépolis” e “Apreensões”. Suas fotos integram coleçõese como as do MASP, Itaú Cultural, Museu de Arte Brasileira-FAAP, MAM-SP. Em 2001 criou com o jornalista Helio Hara a revista de fotografia e arte s/n°, dando início a perfis que resgatam grandes fotógrafos brasileiros. Foi curador da mostra de Otto Stupakoff em São Paulo e da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, em homenagem a Bubby Costa.

Helio Hara é jornalista e, desde 2001, edita com Bob Wolfenson a revista de fotografia e arte s/n°. Desenvolveu conteúdos culturais para, entre outros, CCBB, Oi Futuro, TV Globo e Videobrasil/SESC-SP. Dirigiu a area de comunicação e marketing da Editora Cosac Naify. Foi curador da exposição “Olho de gato”, na Mostra SP de Fotografia, homenagem a Bubby Costa, e da mostra “O Japão daqui”, no Museu da Língua Portuguesa. Há mais de 10 anos trabalha no resgate de acervos de grandes fotógrafos pouco conhecidos pelas novas gerações. Entre eles, Otto Stupakoff (é dele um dos textos no livro sobre o fotógrafo editado pela Cosac Naify), Miguel Jorge, Marisa Alvarez Lima e Paulo Garcez.

PRAÇA DAS ARTES

A Praça das Artes é um complexo cultural no centro de São Paulo que promove apresentações musicais, exposições, peças teatrais, programações de cultura popular culturais, além de abrigar os corpos artísticos do Theatro Municipal de São Paulo e ser sede da Escola Municipal de Música, da Escola de Dança de São Paulo e da administração da Fundação Theatro Municipal. Seu espaço abriga também a Orquestra Experimental de Repertório, o Coral Paulistano e o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, que tem a Sala do Conservatório como sede. A Praça das Artes ocupa uma área de 29 mil m² e teve a primeira parte de seu projeto inaugurada em dezembro de 2012, é um ponto central da revitalização cultural do centro histórico de São Paulo e resultado de uma parceria entre a Secretaria da Cultura e a Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz. Um dos pontos centrais do projeto foi o restauro do antigo prédio do Conservatório Dramático e Musical. Inaugurado em 1896 como uma loja de pianos, em 1899 tornou-se o luxuoso Hotel Joachim’s, para se transformar em 1909 na sede do Conservatório. Hoje, a antiga sede transformou-se em uma sala de concerto de câmara e uma sala de exposições. Além da temporada de apresentações e exposições, a Praça das Artes é parceira de eventos como a São Paulo Fashion Week, a Mostra Internacional de Cinema, e outros importantes eventos do calendário cultural de São Paulo. A Praça das Artes recebeu o Prêmio APCA de Melhor Obra de Arquitetura de 2012, o prêmio de Edifício do Ano de 2013 pelo Icon Awards, realizado pela Icon Magazine, e foi finalista dos ‘Projetos Impressionantes das Américas’, da Mies Crown Hall Americas 2014.

Fotos: http://theatromunicipal.org.br/espaco/praca-das-artes/#jp-carousel-646

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Sobre a C&A

Líder do mercado de varejo de moda brasileiro, no qual está presente desde 1976, a C&A é uma multinacional de origem holandesa fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, cujas iniciais deram origem ao nome da empresa. Atualmente a rede possui mais de 280 lojas no País, em 25 Estados e no Distrito Federal. De maneira inovadora, a C&A atua para oferecer produtos e informação de moda, por meio de um intenso processo de pesquisa e entendimento das suas clientes brasileiras. Um exemplo é a plataforma C&A Collections, que traz coleções exclusivas em parcerias com estilistas e grifes nacionais e internacionais.

A empresa é pioneira também em ações socioambientais, recentemente organizadas em torno de sua Plataforma de Sustentabilidade. É a única rede do País que publica seus indicadores de sustentabilidade segundo o padrão GRI, desde 2010; a primeira do varejo de moda a inaugurar uma Loja Eco, com operações planejadas para ecoeficiência e certificada com o selo Leed, do Conselho de Construção Sustentável dos EUA (USGBC). Além disso, por meio de uma empresa autônoma, a Organização de Serviço para Gestão de Auditorias de Conformidade (Socam), a rede tornou-se a primeira do setor a auditar a cadeia produtiva, monitorando padrões de negócios socialmente responsáveis. O compromisso com o desenvolvimento das condições de trabalho em seus fornecedores foi expresso publicamente em 2010, quando foi a primeira empresa a assinar o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

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